
Segurança
Classificação das cadeiras de criança
por c l
a
sses Só devem ser utilizadas cadeiras para crian-
ças, ofic
i
almente homologadas e adequadas
para ela.
Estas cadeiras são homologadas de acordo
com a norma ECE-R 44 ou ECE-R 129. ECE-R
significa: regulamento da Comissão Econó-
mica Europeia.
As cadeiras de criança estão divididas em 5
classes:
Classe 0: até 10 kg (até 9 meses aprox.)
Classe 0+: até 13 kg (até 18 meses aprox.)
Classe 1: de 9 a 18 kg (até aos 4 anos
aprox.)
Classe 2: de 15 a 25 kg (até aos 7 anos
aprox.)
Classe 3: de 22 a 36 kg (mais de 7 anos
aprox.)
As cadeiras de criança homologadas de acor-
do com a norma ECE-R 44 ou ECE-R 129 os-
tentam na cadeira a marca ECE-R 44 ou ECE-R
129 (um E maiúsculo inserido num círculo e
por baixo o número de homologação).
Na montagem e utilização de uma cadeira de
criança devem ser tidas em conta as disposi- ções legais correspondentes e as instruções
do re
s
petivo fabricante.
Recomendamos que tenha sempre no veícu-
lo, junto com a documentação de bordo, o
manual de instruções da cadeira de criança,
fornecido pelo fabricante.
A SEAT recomenda a utilização de cadeiras
para crianças do Catálogo de Acessórios Ori-
ginais. Estas cadeiras foram selecionadas e
testadas para serem utilizadas em veículos
SEAT. Nos concessionários SEAT pode adqui-
rir a cadeira apropriada para o seu modelo
de veículo e classe etária da criança.
Assentos para meninos por categorias de ho-
mologação
As cadeiras para crianças podem ter a cate-
goria de homologação universal, semiuniver-
sal, específica para um veículo (todas segun-
do o regulamento ECE-R 44) ou i-Size (segun-
do o regulamento ECER 129).
● Universal: as c
adeiras para crianças com a
homologação universal podem montar-se em
todos os veículos. Não é necessário consul-
tar nenhuma lista de modelos. No caso da
homologação universal para ISOFIX, a cadei-
ra para crianças tem consigo adicionalmente
um cinto de fixação superior (Top Tether).
● Semiuniversal: a homologação semiu
niver-
sal exige, além dos requisitos padrão da ho-
mologação universal, dispositivos de segu-
rança para fixar a cadeira para crianças que requer testes adicionais. As cadeiras para cri-
anças c
om a homologação semiuniversal le-
vam incluída uma lista dos modelos de veí-
culos nos quais se podem montar.
● Específica para um veículo : a homologação
e
specífica para um veículo exige um teste di-
nâmico da cadeira para crianças para a cada
modelo de veículo em separado. As cadeiras
para crianças com a homologação específica
para um veículo incluem também uma lista
com os modelos de veículos nos quais se po-
dem montar.
● i-Size: as cadeiras para crianças com a ho-
molog
ação i-Size deverão cumprir os requisi-
tos prescritos no regulamento ECE-R 129 no
que se refere à montagem e a segurança. Os
fabricantes de cadeiras para crianças poder-
-lhe-ão indicar quais as cadeiras têm a ho-
mologação i-Size para este veículo.
Sistemas de fixação Dependendo do país, utilizam-se diferentes
s
i
s
temas de fixação para montar as cadeiras
para crianças de forma segura.
Sinopse dos sistemas de fixação
● ISOFIX: ISOFIX é um si
stema de fixação pa-
drão que permite uma fixação rápida e segu-
ra das cadeiras para crianças no veículo. A fi-
xação ISOFIX estabelece uma união rígida en-
tre a cadeira para crianças e a carroçaria.
96

Utilização
● Hor a
›
›
› Página 122.
● Indicações de navegação.
● Temperatura exterior ›››
Página 42.
● Bússola ››› Página 122
.
● Posição da alavanca seletora ›››
Pági-
na 205.
● Mudança recomendada (caixa de velocida-
des m
anual) ›››
Página 42.
● Indicador multifunções (MFA) e menus com
divers
as opções de configuração ›››
Pá-
gina 37.
● Indicador de intervalos de serviço
›››
Página 44.
● Segundo indicador de velocidade ›››
Pági-
na 122.
● Alerta da velocidade ›››
Página 43.
● Indicador do estado do sistema Start-Stop
›››
Página 221.
● Indicação do estado da gestão de cilindros
ativa (ACT ®
)* ›
›› Página 214
● Sinais reconhecidos pelo sistema de dete-
ção de sinai
s de trânsito ››› Página 262
● Estado do andamento de baixo consumo
(ECO) ›
›› Página 123
● Letras de identificação do motor (MKB)
›››
Página 123.
Quilometragem
O conta-quilómetros total regista a quilome-
tragem total percorrida pelo veículo. O conta-quilómetros parcial
(trip) indic
a o
número de quilómetros ou milhas percorri-
dos desde a última vez que o conta-quilóme-
tros foi colocado a zero. O último dígito indi-
ca troços de 100 m ou de 1/10 de milha.
● Pressione brevemente o botão ›››
Fig. 119
4 para repor o conta-quilómetros parcial a
0.
● Mantenha pressionado o botão 4 durante
3 se gu
ndo
s e visualizará o valor anterior.
Hora
● Para ajustar a hora, mantenha pressionado
o botão ›››
Fig. 119 4 durante mais de 3 se-
gu ndo
s
para selecionar o indicador de horas
ou de minutos.
● Para prosseguir a configuração, pressione
a part
e superior ou inferior do botão 4 . Para
que o s
númer
os se sucedam rapidamente,
manter o botão pressionado.
● Pressione novamente o botão 4 para fina-
liz ar a c
onfigur
ação da hora.
O ajuste da hora também pode efetuar-se no
sistema Easy Connect através do botão e
do botão de f u
nção
AJUSTES > Data e
hora ›››
Página 33.
Bússola
Com a ignição ligada e o sistema de navega-
ção ligado, no ecrã do painel de instrumen- tos será visualizado o ponto cardinal corres-
pondente à direção do
veículo.
Posição da alavanca seletora
A posição atual da alavanca seletora apare-
cerá tanto no ecrã do painel de instrumentos
como ao lado da própria alavanca. Nas posi-
ções D e S, bem como com o tiptronic, no
ecrã será visualizado também a mudança
correspondente.
Mudança recomendada (caixa de velocida-
des manual)
Durante a condução, é indicada no ecrã do
painel de instrumentos a mudança recomen-
dada para poupar combustível ›››
Pági-
na 42.
Segundo indicador de velocidade (m.p.h. ou
km/h)
Além da indicação do velocímetro, durante a
condução pode ser visualizada a velocidade
noutra unidade de medida (em milhas ou em
km por hora).
Nos modelos destinados a países nos quais
é obrigatório visualizar permanentemente a
segunda velocidade, esta opção não pode
ser desativada.
Os ajustes do segundo indicador de veloci-
dade podem ser efetuados com o sistema Ea-
sy Connect através do botão e do botão
122

Utilização
para ligá-lo ›››
Págin
a 260 . Tanto as interven-
ções do ESC como as do ASR, EDS e do siste-
ma ABS se adaptam a terrenos de firme irre-
gular.
Nas seguintes situações excecionais pode fa-
zer sentido ativar o modo Offroad para possi-
bilitar que as rodas patinem:
● «Baloiçar» o veículo para o desatolar.
● Condução com neve espessa ou em super-
fície pouco e
stável.
● Na condução em pisos irregulares com ro-
das
submetidas a grande carga (cruzamento
dos eixos).
● Descidas pronunciadas com travagem so-
bre terr
eno não pavimentado.
Por sua segurança, recomendamos-lhe que
desative o modo Offroad quando não for ab-
solutamente necessário.
Desligar o modo “Offroad” do ESC
Mediante o comando rotativo (Driving
Experience button) selecione um modo de
condução diferente ››› Página 260.
ESC em modo «Snow» 1)
Mediante o comando rotativo (Driving
Experience button) selecione o modo
«Snow» para ligá-lo ››› Página 260. As inter- venções do controlo de tração ASR adaptam-
-se à aderênc
ia de estradas com neve.
Desligar o modo «Snow» do ESC
Mediante o comando rotativo (Driving
Experience button) selecione um modo de
condução diferente ››› Página 260. ATENÇÃO
O ESC Sport deve apenas ativar-se quando a
sit uação de trân
sito e a perícia do condutor
assim o permitirem: Piso escorregadio!
● Com o ESC no modo Sport, a função estabi-
lizador
a fica limitada, para poder permitir
uma condução mais desportiva. As rodas mo-
trizes poderiam patinar e o veículo poderia
derrapar. ATENÇÃO
Só deveria ativar o modo Offroad ou só deve-
ria de s
ativar o ASR se a experiência do con-
dutor e a situação do tráfego o permitirem.
Piso escorregadio!
● Com o modo Offroad ativado, a função de
est
abilização está limitada. Sobretudo se a
calçada estiver lisa e escorregadia, as rodas
motrizes podem patinar e o veículo pode der-
rapar. Aviso
Se se desligar o ASR ou o ESC ou se selecio-
nar o modo S
port, desliga-se o regulador de
velocidade*. Caixa de velocidades manual
Mud ar a
s velocidades Leia atentamente a informação complemen-
tar
›
›› Página 50
Em alguns países, o pedal da embraiagem
tem de estar pressionado a fundo para que o
motor comece a funcionar.
Selecionar a marcha-atrás
● Engrene a marcha atrás apenas quando o
veíc u
lo estiver parado.
Passar para mudanças mais baixas
Em andamento, a engrenagem de uma mu-
dança mais baixa deve ser realizada sempre
progressivamente, isto é, para a mudança
imediatamente abaixo e quando o regime do
motor não for demasiado elevado ››› . As
r eduçõe
s
com omissão de mudanças a alta
velocidade ou em regimes elevados do motor
podem causar danos na embraiagem e na 1)
Só para modelos 4Drive.
204

Utilização
Aviso
● O modo de inérc i
a está disponível no modo
de condução eco (SEAT Drive Profile*).
● A indicação para o condutor Inércia só é
vi
sualizada com o consumo atual. No modo
de inércia, já não é visualizada a mudança
(por ex., aparecerá «E» em lugar de «E7»).
● Em pendentes com inclinação superior a
15 %, o modo de inérci
a desliga-se automati-
camente, de forma provisória. Programa de emergência
Existe um programa de emergência para os
c
a
so
s de avaria do sistema.
Se o ecrã do painel de instrumentos apresen-
tar todas as posições da alavanca seletora
sobre um fundo claro, significa que existe al-
guma anomalia no sistema, e a caixa de velo-
cidades automática funcionará com o progra-
ma de emergência. Com o programa de emer-
gência ainda é possível conduzir o veículo,
embora a velocidade reduzida e não estando
todas as mudanças disponíveis. Em alguns
casos, é possível que não possa conduzir em
marcha-atrás. CUIDADO
Se a caixa de velocidades funcionar com o
progr am
a de emergência, visite imediatamen-
te um oficina especializada para que a avaria
seja reparada. Embraiagem
Embraiagem sobreaquecida! Es-
pere, por favor!
A embr aiag
em sobreaqueceu e pode ficar da-
nificada. Para e espere que a caixa de veloci-
dades arrefeça com o motor em funciona-
mento (ao ralenti) e a alavanca seletora na
posição P. Quando o aviso e a indicação para
o condutor desligarem, visite rapidamente
uma oficina especializada para que a avaria
seja reparada. Se o aviso e a indicação para
o condutor não desligarem, não continue a
viagem. Contacte um serviço de assistência
técnica.
Anomalias na caixa de velocidades Caixa de velocidades: anoma-
lia! Pare e coloque a alavanca
em P
Exi s
te uma anomalia na caixa de velocida-
des. Para o veículo num lugar seguro e não
continue a viagem. Contacte um serviço de
assistência técnica.
Caixa de velocidades: anoma-
lia no sistema! Pode continuar a
viagem
Não demore muito a visitar uma oficina espe-
cializada para que a avaria seja reparada. Caixa de velocidades: anoma-
lia no sistema! Pode prosseguir,
com limitações. Marcha-atrás de-
sativada
Dirija- se r
apidamente a uma oficina especia-
lizada para que a avaria seja reparada.
Caixa de velocidades: anoma-
lia no sistema! Pode prosseguir
em D até desligar o motor
Retire o veículo da circulação do trânsito e
imobilize-o num lugar seguro. Contacte um
serviço de assistência técnica. Caixa de velocidades: demasi-
ado quente. Adapte a condução em
conformidade
Continue a viagem com moderação. Quando
o aviso desligar, pode continuar a conduzir
normalmente. Caixa de velocidades: acione
o travão e volte a engrenar uma
gama de mudanças
Se a incidência tiver sido produzida por uma
elevada temperatura da caixa de velocida-
des, esta indicação para o condutor será
apresentada quando a caixa arrefecer nova-
mente.
212

Condução
Direção Dir eção el
etr
omecânicaA direção assistida eletromecânica apoia os
mov
iment
os de direção do condutor.
A direção assistida eletromecânica adapta-se
eletronicamente em função da velocidade do
veículo, binário de rotação e ângulo de rota-
ção.
Em caso de falha na direção assistida ou com
o motor parado (por ex., rebocagem) o veícu-
lo continua a poder ser totalmente controla-
do. Mas é necessária mais força para guiar.
Luzes de controlo e indicações para o condu-
tor (em vermelho) Direção avaria-
da! Estacionar o veículo
Se a luz de controlo se mantiver acesa e for
apresentada a indicação para o condutor, po-
de tratar-se de uma avaria na servo direção.
Não prossiga a viagem. Contacte um serviço
de assistência técnica. (em amarelo) Direção: anoma-
lia no sistema! Pode continuar a
viagem
Se se acender a luz de controlo, a direção po-
de reagir com maior dificuldade ou com mais
sensibilidade do que costume. Além disso, ao viajar em linha reta, o volante pode ficar
vir
a
do.
Conduza lentamente até uma oficina espe-
cializada para que a avaria seja reparada. (em amarelo) Bloqueio da di-
reção: avaria! dirija-se a um
concessionário
Existe uma anomalia no bloqueio eletrónico
da direção.
Visite assim que possível uma oficina espe-
cializada para que a avaria seja reparada. ATENÇÃO
Trate imediatamente de reparar a anomalia
do si s
tema numa oficina especializada: risco
de acidente! Aviso
Se a luz de controlo (em vermelho) ou
(em am
arelo) se acender brevemente, pode
prosseguir a viagem. Rodagem e condução económi-
c
a
R od
agem do motor Um veículo novo precisa de fazer uma roda-
g
em, num tr
aj
eto que deverá cifrar-se em 1.500 km. Nos primeiros 1000 quilómetros
não ultrap
asse 2/3 do regime máximo ad-
missível. Não acelere ainda a fundo e não cir-
cule com reboque! Entre os 1000 e 1500 km
pode-se ir aumentando o regime e, conse-
quentemente, a velocidade.
Durante as primeiras horas de funcionamen-
to o atrito interno do motor é maior do que
mais tarde, depois de todas as peças móveis
se terem ajustado entre si.
O estilo de condução nos primeiros 1.500
km influencia a qualidade do motor. Poste-
riormente, conduza também com um regime
moderado, especialmente com o motor a frio,
reduzindo assim o desgaste do mesmo e au-
mentando a quilometragem possível.
Não conduza num regime demasiado baixo.
Selecione uma mudança mais baixa quando
do motor deixar de funcionar «uniformemen-
te». Os regimes do motor excessivos fazem
com que a injeção de combustível seja corta-
da de forma a proteger o motor.
Características ecológicas O respeito pelo meio ambiente desempenha
um p
apel
impor
tante no desenho, na seleção
dos materiais e no fabrico do seu novo SEAT. »
213
Dados técnicos
Conselhos
Utilização
Emergências
Segurança

Utilização
Ajuste do perfil de condução Fig. 213
Consola central: Comando rotativo
(Driv in
g Experienc
e button). Pode selecionar entre os perfis
Eco, Normal ,
Sport , Individual , Offroad1)
e Snow 1)
d a
s
formas seguintes:
● gire o comando rotativo (Driving Experience
button) a
s vezes necessárias até que o perfil
desejado fique iluminado no ecrã do sistema
Easy Connect e também no mesmo comando
rotativo ››› Fig. 213.
● OU: selecione o perfil desejado no ecrã tác-
til
do sistema Easy Connect, no menu que se
abre ao girar o comando rotativo (Driving
Experience button).
Dentro da cada perfil existe a possibilidade
de visualizar as suas características pressio- nando o botão tátil do ecrã do sistema Easy
Connect
Inf
ormação do perfil.
No perfil Individual é possível configurar
as características do veículo através do bo-
tão tátil do ecrã do sistema Easy Connect
Ajustes do perfil .
Um ícone no ecrã do sistema Easy Connect
informa do perfil ativo, quando este é dife-
rente do Normal . O seletor indica mediante
uma luz LED vermelha o perfil selecionado.
Perfil de
conduçãoCaraterísticas
Eco
Coloca o veículo num estado de consumo
particularmente baixo, favorecendo um
estilo de condução poupado e respeita-
dor do meio ambiente.
NormalOferece uma sensação de condução equi-
librada, tornando-o ideal para utilização
quotidiana.
SportConfere ao veículo um comportamento
global dinâmico, o que permite uma con-
dução mais desportiva.
Indivi- dualPermite personalizar a configuração. As
funções que se podem ajustar dependem
do equipamento do veículo.
Offroad a)Ajusta os parâmetros do veículo para
manter uma condução ótima fosse de es-
trada.
Perfil de
conduçãoCaraterísticas
Snow a)Ajusta o comportamento do veículo para
condução em firme deslizante, otimizan-
do a tração e manobrabilidade.
a)
Só para modelos 4Drive. ATENÇÃO
Quando utilizar o SEAT Drive Profile, preste
atenção ao trân s
ito; caso contrário, pode so-
frer ou provocar um acidente. Aviso
● Ao des lig
ar o veículo, este manterá sempre
o perfil de condução que se encontrava sele-
cionado no momento de desligar a ignição.
No entanto, ao voltar a arrancar, o motor e a
caixa de velocidades iniciarão no ajuste sele-
cionado. Para que o motor e a caixa de veloci-
dades voltem à posição desejada, volte a se-
lecionar o perfil de condução correspondente
no ecrã ou através de sucessivas pressões do
botão do sistema Easy Connect.
● Ao voltar a arrancar o veículo após ter utili-
zado o per
fil Offroad ou Snow, o sistema
ativa-se sempre em perfil Normal.
● A velocidade e o estilo de condução devem
adapt
ar-se sempre às condições de visibilida-
de, clima e tráfego. 1)
Só para modelos 4Drive.
260

Dispositivo de engate para reboque e reboque*
Carregar um reboque Massa rebocável máxima tecnicamente ad-
mis
sív
el e carga vertical sobre o acoplamen-
to
A massa rebocável máxima tecnicamente ad-
missível é a massa que o veículo pode rebo-
car ››› . A carga vertical sobre o acoplamen-
to é a c ar
ga que se exerce na vertical desde
cima sobre o engate de bola do dispositivo
de reboque ››› Página 341.
Os dados sobre a massa rebocável e a carga
vertical sobre o acoplamento que figuram na
placa de modelo do dispositivo de reboque
são apenas valores experimentais. Os valo-
res relativos ao veículo, com frequência infe-
riores a estes valores, figuram na documen-
tação do veículo. Os dados na documenta-
ção do veículo sobrepõem-se aos aqui apre-
sentados.
Para favorecer a segurança durante a mar-
cha, a SEAT recomenda aproveitar sempre ao
máximo a carga vertical máxima tecnicamen-
te admissível sobre o acoplamento ›››
Pági-
na 292. Uma carga de apoio insuficiente pre-
judica o comportamento do conjunto veícu-
lo/reboque.
A carga vertical faz aumentar o peso sobre o
eixo traseiro, reduzindo a carga útil do veícu-
lo. Massa do conjunto veículo trator e reboque
Por m
a
ssa do conjunto entende-se a soma
das massas efetivas do veículo trator e do re-
boque carregados.
Em alguns países, os reboques estão classifi-
cados em categorias. A SEAT recomenda in-
formar-se numa oficina especializado sobre
quais são os reboques mais adequados para
o veículo.
Carregar um reboque
O conjunto veículo trator e reboque deverá
estar equilibrado. Para isso, deve-se aprovei-
tar ao máximo a carga vertical máxima tecni-
camente admissível sobre o acoplamento e
se distribuir a carga uniformemente entre a
parte traseira e a parte dianteira do reboque:
● Distribua a carga no reboque de modo a
que os o
bjetos pesados fiquem o mais próxi-
mo possível do eixo ou sobre este.
● Prenda a carga do reboque corretamente.
Pres
são de ar dos pneus
A pressão dos pneus do reboque é regida pe-
la recomendação do fabricante do mesmo.
Quando levar um reboque, encha os pneus
do veículo trator com a pressão máxima per-
mitida ›››
Página 329. ATENÇÃO
Se excedem-se a massa máxima autorizada
por eix o
, a carga vertical máxima tecnicamen-
te admissível sobre o acoplamento ou a mas-
sa máxima autorizada do veículo ou do con-
junto veículo trator e reboque, podem produ-
zir-se acidentes e lesões graves.
● Nunca ultrapasse os valores indicados!
● O peso atual sobre os eixos dianteiro e tra-
seiro não deverá e
xceder nunca a massa má-
xima autorizada por eixo. O peso dianteiro e
traseiro do veículo não deverá exceder nunca
a massa máxima autorizada. ATENÇÃO
Uma deslocação da carga poderia pôr em pe-
rigo a e s
tabilidade e a segurança do conjunto
veículo trator e reboque, o que poderia provo-
car acidentes e lesões graves.
● Carregue o reboque sempre corretamente.
● Fixe sempre a carga com correias de amar-
ração ou fita
s de fixação adequadas e em
bom estado. Viagens com reboque
Ajustar os faróis
Quando se l
ev
a um r
eboque engatado, a par-
te dianteira do veículo poderia elevar-se e, se
a luz de médios estiver acesa, poderia en-
candear a outros utilizadores da via. Baixe, »
299
Dados técnicos
Conselhos
Utilização
Emergências
Segurança

Utilização
Montagem posterior de um dispositi-
v o de r
e
boque Fig. 237
Quotas e pontos de fixação para a
mont ag
em po
sterior de um dispositivo de re-
boque. A SEAT recomenda que se dirija a uma oficina
e
s
pec
ializada para a montagem posterior de
um dispositivo de reboque. É provável, por exemplo, que seja necessário adaptar o sis-
tema de r
efrigeração ou montar chapas de
proteção térmica. A SEAT recomenda que se
dirija a um concessionário SEAT.
Se se montar posteriormente um dispositivo
de reboque, dever-se-ão ter sempre em conta
as quotas de distância. A distância entre o
centro da rótula e a estrada ››› Fig. 237 D nunca poderá ser inferior à indicada. Isto re-
g
e t
ambém c
om o veículo a plena carga, in-
cluindo a carga vertical máxima tecnicamen-
te admissível sobre o acoplamento.
Quotas de separação ››› Fig. 237:
Pontos de fixação
932,5 mm
mín. 65 mm
350-420 mm
220 mm
615,5 mm
1,043 mm ATENÇÃO
Ligam-se os cabos de maneira inadequada ou
incorr et
a, poderiam produzir-se anomalias
em todo o sistema eletrónico do veículo, bem
como acidentes e lesões graves.
● Nunca ligue o sistema elétrico do reboque
diretament
e às ligações elétricas dos grupos
óticos traseiros nem a outras fontes de ali- A
B
C
D
E
F
G mentação inadequadas. Utilize apenas conec-
tor
e
s adequados para ligar o reboque.
● A montagem posterior de um dispositivo de
reboque no
veículo só deverá o realizar uma
oficina especializada. ATENÇÃO
Se o dispositivo para reboque estiver mal
mont ado ou não f
or o adequado, o reboque
pode soltar-se do veículo trator. Isto poderia
provocar acidentes graves e lesões mortais. Aviso
Utilize unicamente dispositivos de reboque
que tenh am s
ido autorizados pela SEAT para
o modelo em questão. 302