
311-1. Para uma utilização segura
1
Questões de segurança
AV I S O
Cumpra com as seguintes precauções.
O não cumprimento das mesmas pode resultar em morte ou ferimentos
graves.
<0031006d005200030044004d0058005600570048000300440003005300520056004c006f006d005200030047005200030045004400510046005200030047005200030046005200510047005800570052005500030048005100540058004400510057005200
0300460052005100470058005d0011[
Se o fizer poderá perder o controlo do veículo.
Não coloque uma almofada entre o condutor ou passageiro e o respetivo
encosto do banco. Uma almofada pode comprometer a sua postura e
reduzir a eficácia do cinto de segurança e do encosto de cabeça.
Não coloque nada por baixo dos bancos da frente.
Os objetos colocados por baixo dos bancos da frente poderão ficar encra-
vados nos respetivos encaixes e não permitir que o banco tranque. Isso
<0053005200470048000300530055005200590052004600440055000300580050000300440046004c00470048005100570048000300480003004700440051004c0049004c00460044005500030052000300500048004600440051004c005600500052000300
47004800030044004d00580056005700480011[
Cumpra sempre com os limites de velocidade legais quando circular em
estradas públicas.
Quando conduzir longas distâncias, faça pausas regulares antes de
começar a sentir-se cansado.
Se se sentir cansado ou sonolento enquanto conduz, não se force a conti-
nuar a conduzir e faça uma pausa imediatamente.

321-1. Para uma utilização segura
Cintos de segurança
Estenda a faixa do ombro do
cinto de segurança de forma a
que esta fique completamente
em cima do ombro, mas não
entre em contacto com o pes-
coço nem deslize para fora do
ombro.
Coloque a faixa abdominal do
cinto de segurança o mais
abaixo possível sobre o osso
ilíaco.
Ajuste a posição do encosto do
banco. Sente-se o mais verti-
calmente possível e bem
encostado ao banco.
Não torça o cinto de segurança.
Para apertar o cinto de segu-
rança, introduza a patilha na
fivela e pressione até ouvir um
estalido.
Para libertar o cinto de segu-
rança, pressione a tecla de
destrancamento mantendo a
mão na patilha.
Certifique-se que todos os ocupantes estão a usar os respetivos
cintos de segurança antes de iniciar a condução.
Utilização correta dos cintos de segurança
Apertar e libertar o cinto de segurança
Tecla destrancamento1
2

391-1. Para uma utilização segura
1
Questões de segurança
AV I S O
Precauções com os airbags do SRS
Cumpra com as seguintes precauções relativas aos airbags do SRS.
O não cumprimento das mesmas pode resultar em morte ou ferimentos gra-
ves.
O condutor e todos os passageiros do veículo devem utilizar os respetivos
cintos de segurança corretamente.
Os airbags do SRS são dispositivos suplementares para serem utilizados
em conjunto com os cintos de segurança.
O airbag do SRS do condutor deflagra com uma força considerável, o que
pode provocar morte ou ferimentos graves, sobretudo se o condutor esti-
ver muito próximo do airbag.
Uma vez que a área de risco para o airbag do condutor fica nos primeiros
50 a 75 mm, se o condutor estiver a 250 mm do airbag, existe uma certa
margem de segurança. Esta distância é medida do centro do volante da
direção ao peito do condutor. Se se sentar a uma distância inferior a 250
mm do airbag do condutor, pode alterar a posição de condução de várias
formas:
• Mova o banco o mais para trás possível, desde que alcance os pedais
de forma confortável.
• Recline ligeiramente o encosto do banco. Apesar da conceção dos veí-
culos variar, muitos condutores mantêm a distância de 250 mm com o
banco completamente puxado para a frente, apenas reclinando o respe-
tivo encosto. No caso de não conseguir boa visibilidade ao reclinar o
encosto do banco, eleve-se com a ajuda de uma almofada dura e que
não escorregue, ou eleve o banco, caso o veículo tenha essa funciona-
lidade.
• Se o volante da direção for ajustável, regule-o para baixo. Isso fará com
que o airbag fique direcionado ao peito e não à cabeça e pescoço.
O banco deve ser ajustado conforme recomendado acima, mantendo
sempre o controlo dos pedais, volante da direção e a visibilidade dos
comandos do painel de instrumentos.
O airbag do SRS do passageiro da frente também deflagra com uma força
considerável, o que pode provocar morte ou ferimentos graves, sobretudo
se o passageiro da frente estiver muito próximo do airbag. O passageiro da
frente deve manter-se o mais afastado possível do airbag e com o encosto
do banco ajustado para uma postura correta.
Bebés e crianças que não estejam devidamente sentados e/ou retidos
podem morrer ou ficar gravemente feridos devido à deflagração do airbag.
Um bebé ou criança que seja demasiado pequena para usar o cinto de
segurança, deve ser devidamente retida utilizando um sistema de segu-
rança para crianças (cadeirinha). A Toyota recomenda firmemente que
todos os bebés e crianças sejam colocados nos bancos traseiros e devida-
mente retidos. Os bancos traseiros são mais seguros para bebés e crian-
ças do que o banco do passageiro da frente. (P. 5 2 )

421-1. Para uma utilização segura
AV I S O
Precauções com os airbags do SRS
Se se tornar difícil respirar após a deflagração dos airbags do SRS, abra
uma porta ou um vidro para entrar ar fresco, ou saia do veículo se for
seguro fazê-lo. Lave de imediato quaisquer resíduos que tenham ficado
na pele para evitar que esta fique irritada.
Se as áreas onde os airbags do SRS estão guardados, tais como a almo-
fada do volante da direção e guarnições dos pilares da frente e traseiros,
estiverem danificadas ou estaladas, substitua-as no concessionário
Toyota autorizado, reparador Toyota autorizado ou em qualquer reparador
da sua confiança.
Alteração e eliminação dos componentes do sistema do airbag do SRS
Não se desfaça do veículo nem faça nenhuma das seguintes alterações
sem antes consultar o concessionário Toyota autorizado, reparador Toyota
autorizado ou qualquer reparador da sua confiança. Os airbags do SRS
podem avariar ou deflagrar inadvertidamente e provocar morte ou ferimen-
tos graves.
Instalação, remoção, desmontagem e reparação dos airbags do SRS
Reparações, alterações, remoção ou substituição do volante da direção,
painel de instrumentos, tablier, bancos ou respetivos estofos, pilares da
frente, laterais e traseiros, guarnições laterais do tejadilho, painéis, guar-
nições e colunas da porta da frente
Alterações ao painel da porta da frente (como, por exemplo, fazer um
buraco)
Reparações ou alterações feitas ao para-choques da frente, guarda-
<0010004f004400500044005600030047004400030049005500480051005700480003005200580003005100440003005300440055005700480003004f00440057004800550044004f00030047005200030046005200500053004400550057004c0050004800
51005700520003004700520056000300530044005600560044[geiros
Instalação de grelhas de proteção (grelhas de proteção envolventes, gre-
lhas tipo canguru, etc.), dispositivos para limpar neve ou guinchos
Alterações à suspensão do veículo
Instalação de dispositivos eletrónicos, tais como rádios portáteis de duas
vias (transmissor RF) e leitores de CD

431-1. Para uma utilização segura
1
Questões de segurança
Se os airbags do SRS deflagrarem
Devido à velocidade extremamente elevada de deflagração dos gases
quentes dos airbags do SRS poderão resultar escoriações leves, queima-
duras, contusões, etc.
É emitido um forte ruído e libertado um pó branco.
Os componentes do módulo do airbag (cubo do volante da direção, cober-
tura do airbag e deflagrador), bem como os bancos da frente poderão per-
manecer quentes durante alguns minutos. O próprio airbag também pode
estar quente.
O vidro do para-brisas poderá rachar.
O sistema híbrido para e o fornecimento de combustível ao motor é inter-
rompido. (P. 83)
Os sinais de perigo acendem automaticamente. (P. 566)
Veículos com ERA-GLONASS/EVAK: O sistema foi concebido, caso os
airbags do SRS deflagrem, para fazer uma chamada de emergência* para
o centro de controlo da ERA-GLONASS/EVAK e fornecer a localização do
veículo (sem que seja necessário pressionar a tecla “SOS”). Um agente irá
tentar conversar com os ocupantes a fim de determinar o grau de emergên-
cia e a assistência necessária. Se os ocupantes não conseguirem comuni-
car, o agente automaticamente trata a chamada como uma emergência e
ajuda a enviar os serviços de emergência necessários. (P. 72)
• Um airbag do SRS deflagrou.
• Foi ativado um pré-tensor do cinto de segurança.
• O veículo está envolvido numa colisão traseira severa.
• O veículo está envolvido num acidente com capotamento.
*: Em alguns casos não é possível fazer a chamada. (P. 75)
Condições de deflagração dos airbags do SRS (airbags do SRS da
frente)
Os airbags do SRS da frente deflagram em caso de impacto que exceda o
limite estabelecido (o nível de força correspondente a uma colisão frontal a
uma velocidade de 20 - 30 km/h contra uma parede que não se mova nem
deforme).
Contudo, esta velocidade limite será consideravelmente mais alta, nas
seguintes condições:
• Se o veículo embater contra um objeto, tal como um veículo estacionado
ou poste de sinalização, que possa mover-se ou deformar com o
impacto.
• Se o veículo se envolver numa colisão com sobreposição como, por
exemplo, uma colisão em que a caixa de carga de um camião se sobre-
põe à parte da frente do veículo.
Dependendo do tipo de colisão, é possível que apenas sejam ativados os
pré-tensores dos cintos de segurança.

441-1. Para uma utilização segura
Condições de deflagração dos airbags do SRS (airbags do SRS laterais
e de cortina)
Os airbags do SRS laterais e de cortina deflagram em caso de impacto que
exceda o limite estabelecido (o nível de força correspondente à força do
impacto produzido por um veículo de 1500 kg colidindo com a cabine do
veículo, numa direção perpendicular à orientação do mesmo e a uma velo-
cidade de 20 - 30 km/h).
Ambos os airbags do SRS de cortina podem deflagrar no caso de um forte
impacto frontal.
Condições nas quais os airbags do SRS podem deflagrar (insuflar) para
além de uma colisão
Os airbags do SRS da frente e de cortina também podem deflagrar com um
impacto violento na parte inferior da carroçaria. Na figura abaixo estão ilus-
trados alguns desses exemplos.
Tipos de colisão em que os airbags do SRS podem não deflagrar
(airbags do SRS da frente)
Os airbags do SRS da frente geralmente não deflagram se o veículo for
sujeito a uma colisão lateral ou traseira, se capotar, ou se se envolver numa
colisão frontal a baixa velocidade. Contudo, sempre que uma colisão de
qualquer tipo causar desaceleração frontal suficiente, pode ocorrer a defla-
gração dos airbags do SRS da frente.Atingir um passeio, aresta do pavimento
ou superfície dura
Queda ou salto para um buraco fundo
Aterragem violenta ou queda do veículo
Colisão lateral
Colisão traseira
Capotamento do veículo

461-1. Para uma utilização segura
Quando deve contactar um concessionário Toyota autorizado, reparador
Toyota autorizado ou qualquer reparador da sua confiança
Nos seguintes casos o veículo requer inspeção e/ou reparação. Contacte um
concessionário Toyota autorizado, reparador Toyota autorizado ou qualquer
reparador da sua confiança, logo que possível.
Um dos airbags do SRS deflagrou.
A parte da frente do veículo está danifi-
cada ou deformada ou o veículo esteve
envolvido num acidente que não foi sufi-
cientemente grave para provocar a
deflagração dos airbags do SRS da
frente.
Uma parte de uma porta, ou a respetiva
área envolvente, está danificada ou
deformada ou tem um buraco ou o veí-
culo esteve envolvido num acidente que
não foi suficientemente grave para pro-
vocar a deflagração dos airbags do SRS
laterais e de cortina.
A almofada do volante da direção,
tablier junto ao airbag do passageiro da
frente ou a parte inferior do painel de
instrumentos do lado do condutor está
arranhada, rachada ou com outro tipo
de dano.
A superfície dos bancos com os airbags
do SRS laterais está arranhada,
rachada ou com outro tipo de dano.

481-1. Para uma utilização segura
Precauções com os gases de escape
Os gases de escape contêm substâncias nocivas para o corpo
humano quando inalados.
AV I S O
Os gases de escape contêm monóxido de carbono (CO), um gás incolor e
inodoro que é nocivo. Cumpra com as seguintes precauções.
O não cumprimento das mesmas pode fazer com que os gases entrem no
veículo e, eventualmente, provocar um acidente causado por atordoamento.
<0026005200510056004800540058004800510057004800500048005100570048000f0003005300520047004800550069000300520046005200550055004800550003005000520055005700480003005200580003004a005500440059004800560003005300
5500520045004f004800500044005600030047004800030056[aúde.
Pontos importantes durante a condução
Mantenha a porta da retaguarda fechada.
Se sentir o cheiro de gases de escape no veículo mesmo com a porta da
retaguarda fechada, abra os vidros e leve o veículo a um concessionário
Toyota autorizado, reparador Toyota autorizado ou a qualquer reparador
da sua confiança para que este proceda a uma inspeção, o mais rapida-
mente possível.
Quando estacionar
Se o veículo estiver numa área pouco ventilada ou numa área fechada,
como por exemplo numa garagem, desligue o sistema híbrido.
Não deixe o veículo com o sistema híbrido em funcionamento durante um
longo período de tempo.
Se não puder evitar esta situação, estacione o veículo num espaço aberto
e certifique-se que os gases de escape não entram para dentro do veí-
culo.
Não deixe o sistema híbrido em funcionamento numa área onde haja acu-
mulação de neve ou onde esteja a nevar. Se houver acumulação de neve
à volta do veículo enquanto o sistema híbrido estiver em funcionamento,
<005200560003004a00440056004800560003004700480003004800560046004400530048000300530052004700480050000300440046005800500058004f004400550010005600480003004800030048005100570055004400550003005300440055004400
03004700480051005700550052000300470052000300590048[ículo.
Tubos de escape
O sistema de escape deve ser verificado periodicamente. Se houver um
buraco ou rachadela provocada pela corrosão, danos nas ligações ou um
ruído anormal, leve o veículo a um concessionário Toyota autorizado, repa-
rador Toyota autorizado ou a qualquer reparador da sua confiança para que
este proceda a uma inspeção e reparação.