
Segurança
Cintos de segurança O porquê dos cintos de
segurança Número de lugares O seu veículo dispõe de
cinco lugares, dois à
fr ent
e e três atrás. Cada lugar está equipado
com um cinto de segurança automático com
três pontos de fixação.
Nalgumas versões, o veículo está homologa-
do somente para quatro lugares. Dois na zo-
n
a dianteira e dois na traseira. ATENÇÃO
● Nunca transporte mais passageiros do que
o número de lugares disponíveis no veículo.
● Todos os ocupantes do veículo têm de colo-
car corretamente o cinto de segurança corres-
pondente ao lugar que ocupam. As crianças
têm de ser protegidas através de uma cadeira
de segurança própria. Luz de controlo dos cintos de
segurança*
A luz de controlo acende-se para o lembrar
que deve colocar o cinto de segurança.
Antes de arrancar o condutor deve:
– Colocar o cinto de segurança corretamente.
– Aconselhar os seus passageiros a colocar o
cinto de segurança corretamente, antes de
iniciar a viagem.
– Proteger as crianças usando uma cadeira
especial adequada à estatura e idade das
mesmas.
Depois de ligar a ignição, a luz de controlo
do painel de instrumentos acende-se 1)
se o
condutor não tiver colocado o cinto de segu-
rança.
Se ao iniciar o andamento se excedem os 25
km/h (15 mph) aprox. sem que o cintos de
segurança seja colocado ou se este se desa-
pertar durante o andamento, ouve-se um si-
nal sonoro durante alguns segundos. Adicio-
nalmente, a luz de advertência piscará . A
luz de controlo apaga-se quando, com a
ignição ligada, o condutor colocar o cinto de
segurança. A função protetora dos cintos de
segurança
Fig. 7
Os condutores que tenham o cinto de
segurança corretamente colocado não serão
projetados em caso de travagens bruscas. Os cintos de segurança bem colocados man-
têm os ocupantes na posição correta. Para
além disso, ajudam a evitar os movimentos
descontrolados que podem provocar feridas
graves e reduzem o perigo de projeção para
fora do veículo em caso de acidente.
Os ocupantes do veículo com os cintos de
segurança corretamente colocados tiram o
máximo proveito do fato de a energia cinéti-
ca ser absorvida pelos mesmos. A estrutura
da parte dianteira e outros componentes de
segurança passiva do seu veículo, como por
1)
Em função da versão do modelo
12

Posto de condução
A luz de controlo dos pneus acende-se
Se a pr e
ssão de ar de uma ou várias rodas
for muito inferior ao valor indicado pelo con-
dutor, o aviso de controlo dos pneus acende
››› .
O aviso de controlo dos pneus pisca
Se o av i
so de controlo dos pneus piscar, é
um sinal de avaria. Dirija-se à oficina espe-
cializada mais próxima. ATENÇÃO
● Quando a luz de controlo dos pneus se
acender, deve reduzir-se imediatamente a ve-
locidade e evitar qualquer manobra brusca de
viragem ou travagem. Pare logo que possível
e verifique a pressão e o estado dos pneus.
● O condutor é o responsável pela correta
pressão dos pneus. Por essa razão, deve veri-
ficar a pressão com regularidade.
● Em determinadas circunstâncias (p. ex.,
quando circula com condução desportiva, em
condições de inverno ou pisos não asfalta-
dos) pode acontecer que a luz de controlo dos
pneus funcione com atraso ou não funcione. Aviso
Se desligar a bateria, acende-se a luz de con-
trolo amarela após ligar a ignição. Após ter percorrido uma curta distância, deverá apa-
gar-se.
Sistema de travões*
Situações em que se acende a luz de
controlo
● Se o nív el
do líquido dos travões estiver
demasiado baixo ››› Página 183.
No visor do painel de instrumentos aparece a
seguinte mensagem 1)
: STOP LÍQUIDO DOS
TRAVÕES MANUAL DE INSTRUÇÕES .
● Em caso de avaria no sistema de travões.
No visor do painel de instrumentos aparece a
seguinte mensagem 1)
: AVARIA TRAVÕES MA-
NUAL DE INSTRUÇÕES .
Em certas ocasiões, esta luz de controlo po-
de acender-se também em conjunto com a
luz de controlo do sistema ABS. ATENÇÃO
● Antes de abrir o capot, tenha em conta as
recomendações em ››› Página 174.
● Se a luz de controlo do sistema de trava-
gem não se apaga ou se acende em anda-
mento, é sinal que o nível do líquido dos tra- vões
››› Página 183, Líquido dos travões está
demasiado baixo, pelo que existe risco de
acidente. Pare o veículo e não prossiga a via-
gem. Solicite a ajuda de um técnico.
● Se a luz de controlo dos travões se acender
em conjunto com a luz de controlo do ABS
pode dever-se a um funcionamento incor-
reto do ABS. Quando esta função falha, as ro-
das traseiras podem ficar bloqueadas com re-
lativa rapidez. Em certas circunstâncias pode-
rá ocorrer a derrapagem da traseira do veícu-
lo, o que pode provocar a perda de controlo
do mesmo. Pare o motor e solicite a ajuda de
um técnico. Travão de mão
Esta luz de controlo acende-se quando o tra-
vão de mão está acionado.
Se se circular a mais de 6 km/h (4 mph) com
o travão de mão acionado, é apresentada no
visor do painel de instrumentos a seguinte
mensagem
1)
: TRAVÃO DE MÃO ACIONADO. E
também se ouve um sinal sonoro ››› Pági-
na 130 . 1)
Em função da versão do modelo.
47
Dados técnicos
Conselhos
Utilização
Segurança

Transportar e equipamentos práticos
veículo, dado que poderiam provocar um in-
cêndio.
Tomadas de corrente
Fig. 97
Tomada de corrente na consola central
dianteira. Fig. 98
Modelo Altea XL/Freetrack: Tomada no
compartimento de carga. Pode ligar acessórios elétricos à tomada de
corrente de 12 volts da consola dianteira
››› Fig. 97 do habitáculo e à da porta-baga-
g en
s*. Tenha em conta que a entrada de cor-
rente de cada uma das tomadas de corrente
não deve exceder os 120 volts. ATENÇÃO
As tomadas de corrente e os acessórios liga-
dos só funcionam com a ignição ligada ou
com o motor em funcionamento. Uma utiliza-
ção inadequada das tomadas de corrente ou
dos acessórios elétricos pode dar origem a
lesões graves ou provocar um incêndio. Por
isso, não deve nunca deixar crianças sozi-
nhas no veículo, pois correm o risco de sofrer
lesões. Aviso
● Com o motor parado e os acessórios liga-
dos, a bateria do veículo descarrega-se.
● Antes de adquirir qualquer acessório, con-
sultar as indicações da ››› Página 156. Ficha entrada auxiliar de Áudio (AUX-
-IN)*
Fig. 99
Conetor para a entrada auxiliar de áu-
dio. –
Levante a cobertura AUX ››› Fig. 99 .
– Introduzir a cavilha até ao fundo (ver manu-
al do Rádio).
105
Dados técnicos
Conselhos
Utilização
Segurança

Utilização
●
Não deixe nunca o seu veículo sem vigilân-
cia, em especial com a porta do porta-baga-
gens aberta. As crianças poderiam aceder ao
porta-bagagens e fechar a porta a partir do
interior, ficando fechados e não podendo sair
sem ajuda, correndo assim perigo de morte.
● Não deixe as crianças brincar dentro do veí-
culo nem perto dele. Quando abandonar o
veículo, feche e tranque a porta do porta-ba-
gagens e todas as portas. Antes de trancar o
veículo, certifique-se de que não ficou nin-
guém no interior do mesmo. CUIDADO
Os filamentos do desembaciador do vidro tra-
seiro podem danificar-se pelo roçar dos obje-
tos transportados na superfície porta-obje-
tos. Aviso
● A renovação do ar no veículo ajuda a redu-
zir o embaciamento dos vidros. O ar viciado
do interior sai pelas ranhuras de ventilação
situadas no revestimento lateral do porta-ba-
gagens. Verifique se estas ranhuras de venti-
lação não ficam tapadas.
● Através dos pontos de venda de acessórios
podem ser adquiridos cintos tensores adequ-
ados para fixar a carga nas argolas de fixa-
ção. Chapeleira porta-objetos
3 Aplicável ao modelo:ALTEA
Fig. 103
Chapeleira porta-objetos. Fig. 104
Desmontagem da caixa porta-obje-
tos. Extrair a chapeleira
– Desengatar os tirantes ››› Fig. 103 B dos
alojamentos A .–
Retire a chapeleira do alojamento, em posi-
ção de repouso e puxe para fora. A caixa
porta-objetos deve estar fechada.
Para desmontar a caixa porta-objetos
– Puxar para fora até desencaixar a caixa dos
eixos de rotação ››› Fig. 104. ATENÇÃO
Não colocar objetos pesados e rígidos na cha-
peleira, uma vez que poderiam colocar em
risco a integridade física dos passageiros, em
caso de uma travagem brusca. CUIDADO
● Antes de fechar o porta-bagagens, confirme
se a chapeleira porta-objetos está bem colo-
cada.
● O excesso de volume de carga do porta-ba-
gagens pode provocar uma má colocação da
chapeleira e assim uma possível deformação
ou rutura da mesma.
● No caso de excesso de volume de carga do
porta-bagagens, é recomendável retirar a
chapeleira. Aviso
● Tenha cuidado para que, ao colocar roupa
na chapeleira, não fique reduzida a visibilida-
de através do vidro traseiro. 108

Transportar e equipamentos práticos
●
Se o seu veículo dispõe de caixa porta-ob-
jetos*, coloque somente os triângulos de pré-
-sinalização* e objetos leves. Chapeleira enrolável
3 Aplicável ao modelo:ALTEA XL / ALTEA FREETRACK
Fig. 105
Acionamento da superfície porta-ob-
jetos. Fig. 106
Desmontagem da superfície porta-
-objetos. Acionamento da chapeleira
– Puxe para trás a chapeleira com o puxador
A até ouvir um «clique»
››› Fig. 105 .
– Pr e
ssione a zona assinalada «PRESS», e a
chapeleira recolhe automaticamente.
Para desmontar a chapeleira
– Pressione a cavilha lateral no sentido da
seta, levante a chapeleira e retire-a
››› Fig. 106.
– Proc
eder no sentido inverso para montar. ATENÇÃO
Não colocar objetos pesados e rígidos na cha-
peleira, uma vez que poderiam colocar em
risco a integridade física dos passageiros, em
caso de uma travagem brusca. CUIDADO
● Antes de fechar o porta-bagagens, confirme
se a chapeleira porta-objetos está bem colo-
cada.
● O excesso de volume de carga do porta-ba-
gagens pode provocar uma má colocação da
chapeleira e assim uma possível deformação
ou rutura da mesma.
● No caso de excesso de volume de carga do
porta-bagagens, é recomendável retirar a
chapeleira. Aviso
● Tenha cuidado para que, ao colocar roupa
na chapeleira, não fique reduzida a visibilida-
de através do vidro traseiro. Argolas de fixação*
No porta-bagagens podem encontrar-se qua-
tro argolas de fixação para prender a baga-
gem e outros objetos.
– Utilizar sempre uma corda adequada, que
se possa usar com as argolas de fixação,
para amarrar a bagagem ou qualquer outro
objeto ››› em Carregar o porta-bagagens
na página 107 .
– Lev
antar as argolas de fixação para poder
amarrar as cordas.
Em caso de colisão ou de acidente os objetos
pequenos e leves podem absorver tanta
energia que se transformam em projéteis ca-
pazes de provocar ferimentos graves. A in-
tensidade dessa «energia cinética» depende
fundamentalmente da velocidade do veículo
e do peso do objeto. A velocidade do veículo
é, no entanto, o fator mais importante.
Exemplo: Um objeto com um peso de 4,5 kg
que vai solto no veículo. No caso de uma co-
lisão frontal a uma velocidade de 50 km/h
(30 mph), este objeto produz uma força equi-
valente a 20 vezes o seu próprio peso. Isto »
109
Dados técnicos
Conselhos
Utilização
Segurança

Utilização
CUIDADO
Quando o motor tiver sido submetido a gran-
des esforços, depois de parar, regista-se uma
acumulação de calor no compartimento do
motor, o que pode causar uma avaria no mes-
mo. Por essa razão, deixe-o funcionar em
marcha lenta durante mais cerca de 2 minu-
tos, antes de o desligar. Travas e estacionar
Capacidade e distância de travagem Os fatores que influenciam negativamente a
capacidade de travagem são:
Pastilhas dos travões novas
As pastilhas do travão não oferecem um ren-
dimento ótimo durante os primeiros 400 km;
primeiro devem «acamar». No entanto, para
compensar a força de travagem ligeiramente
reduzida, será apenas necessário pisar o pe-
dal do travão com mais força. Evite sobrecar-
regar os travões durante a rodagem.
Desgaste
O desgaste das
pastilhas dos travões depen-
de, em grande medida, das condições de uti-
lização e do estilo da condução. Isto pode
ser aplicado especialmente quando se per- correm trechos curtos ou se conduz pela ci-
dade ou de forma muito desportiva.
Humidade e sais antigelo
Sob certas condições, por exemplo, depois
de atravessar zonas com muita água, debai-
xo de chuva intensa ou depois de lavar o car-
ro, pode verificar-se uma resposta retardada
dos travões devido à presença de humidade
nos discos e nas pastilhas do travão, ou de
gelo no inverno. neste caso, deverá travar vá-
rias vezes até que os travões «sequem».
Poderá verificar-se o mesmo quando se con-
duz em estradas tratadas com sais antigelo e
depois de muito tempo sem travar. Neste ca-
so, a película de sal nos discos e nas pasti-
lhas dos travões tem de se eliminar primeiro
travando.
Corrosão
Os longos períodos de imobilização, as pe-
quenas quilometragens e a falta de solicita-
ção favorecem o aparecimento de corrosão
nos discos dos travões e de sujidade nas
pastilhas.
Caso se utilizem os travões de forma pouco
frequente ou exista corrosão, é aconselhável
travar várias vezes de forma brusca e a gran-
de velocidade para limpar os discos e as pas-
tilhas dos travões
››› .Deficiências no sistema de travões
No caso de notar
de repente um maior curso
do ped al
do travão, poderá haver falha de
um dos dois circuitos do sistema de travões.
Dirija-se, sem demora, à oficina especializa-
da mais próxima, para eliminar a deficiência.
No caminho até lá conduza com uma veloci-
dade moderada e conte com uma maior dis-
tância de travagem e com a necessidade de
exercer uma maior pressão no pedal.
Nível baixo do líquido dos travões
Um nível do líquido dos travões excessiva-
mente baixo pode originar deficiências no
sistema de travões. O nível do líquido dos
travões é controlado eletronicamente.
Servofreio
O servofreio reforça a pressão que é exercida
no pedal do travão. Só funciona com o motor
a trabalhar. ATENÇÃO
● Só proceda a travagens com finalidades de
limpeza se as condições do trânsito o permi-
tirem. Não ponha em perigo os outros utiliza-
dores da via: existe risco de acidente.
● Evite que o veículo se mova em ponto morto
com o motor parado. Caso contrário, existe o
risco de acidente.
● Se o líquido dos travões perder a sua visco-
sidade, poderá ocorrer a formação de bolhas 130

Dispositivo de engate para reboque e reboque
poderão ser vencidas inclinações mais acen-
tuadas.
As cargas de reboque indicadas são válidas
apenas para altitudes até 1000 m acima do
nív el
do mar. Dado que o aumento da altitu-
de e a consequente redução da densidade
atmosférica provocam a diminuição do rendi-
mento do motor e portanto da capacidade de
superar inclinações, a carga de reboque au-
torizada diminui proporcionalmente à altitu-
de. O peso autorizado do conjunto veícu-
lo/reboque deve ser reduzido em 10% por
cada 1000 m de altura. Por peso do conjunto
veículo/reboque entende-se a soma do peso
do veículo (carregado) e do reboque (carre-
gado). Sempre que for possível, aproveitar
ao máximo a carga de apoio admissível so-
bre a ar
ticulação de atrelagem, sem nunca a
ultrapassar.
Os dados da carga de reboque
e da carga de
apoio indicados na placa do modelo do dis-
positivo de engate do reboque são apenas
valores de controlo do dispositivo. Os valores
referentes ao veículo, muitas vezes inferiores
a esses valores, podem ser consultados na
documentação do seu veículo no ››› capítu-
lo Dados Técnicos .
Distribuição da carga
Distribua a carga no reboque de modo a que
os objetos pesados fiquem colocados o mais
próximo possível do eixo. Amarre os objetos,
para que não se desloquem. Pressão dos pneus
Os valores da pressão máxima autorizada
dos pneus, figuram no autocolante que se
encontra na face interior da tampa do depósi-
to do combustível. A pressão dos pneus do
reboque é regida pela recomendação do fa-
bricante do mesmo.
Espelhos retrovisores exteriores
Se os retrovisores de série não proporcionam
visibilidade suficiente ao circular com rebo-
que, terão de ser instalados retrovisores ex-
teriores adicionais. Os dois retrovisores exte-
riores devem ser fixados em braços de supor-
te articulados. Ajuste-os de modo a assegu-
rar um campo visual suficiente.
ATENÇÃO
Nunca transportar pessoas no reboque, pois
correriam grande risco. Aviso
● Devido à maior carga a que submete o veí-
culo se circula frequentemente com reboque,
recomendamos que efetue serviços de manu-
tenção mais regularmente, inclusivamente
entre intervalos de inspeção.
● Consulte as disposições vigentes no seu
país para a condução com reboque. Rótula do dispositivo de reboque*
Em função da versão do modelo, a cabeça
esférica do dispositivo de reboque pode ir
alojada na caixa de ferramentas.
As instruções relativas à montagem e des-
montagem da rótula de reboque são forneci-
das com a mesma.
ATENÇÃO
A rótula do dispositivo de reboque tem de es-
tar corretamente fixada, para evitar que even-
tualmente possa ser projetada e que cause
eventuais ferimentos. Aviso
● Quando se circula sem reboque é obrigató-
rio desmontar a rótula, se esta tapar a placa
da matrícula. Instruções de condução
A condução com reboque exige cautelas es-
peciais.
Distribuição do peso
Com o veículo vazio e o reboque carregado, a
repartição do peso não é correta. Se esta si-
tuação for, porém, inevitável, conduza a uma
velocidade moderada.
»
153
Dados técnicos
Conselhos
Utilização
Segurança

Caraterísticas técnicas
apenas servem para estabelecer
comparações entre os diferentes modelos.
O consumo de combustível e as emissões de
CO 2 não só dependem do rendimento do veí-
culo, mas também em função de outros fato-
res como o estilo de condução, as condições
do piso, o estado do trânsito, as influências
ambientais, a carga ou o número de passa-
geiros, que podem produzir uma variação
nos valores estabelecidos.
Cálculo do consumo de combustível
Os valores de consumo foram calculados
com base nas medições realizadas ou con-
troladas por laboratórios certificados da CE,
segundo a versão mais recente das diretivas
CE 715/2007 e 80/1268/CEE (para mais in-
formação, consultar o Jornal Oficial da União
Europeia em EUR-Lex: © União Europeia,
http://eur-lex.europa.eu/es/index.htm) em
vigor e a tara do veículo. Aviso
Na prática, e considerando todos os fatores
aqui mencionados, podem ocorrer valores de
consumo diferentes aos calculados, segundo
as diretivas europeias vigentes. Pesos
Os valores da tara são válidos para a versão
de base com o depósito 90% cheio e sem equipamentos opcionais. O valor indicado in-
clui 75 kg relativos ao condutor.
No caso de versões especiais e equipamento
opcional, ou montagem posterior de acessó-
rios, a tara pode aumentar
››› .
ATENÇÃO
● Tenha em atenção que no transporte de ob-
jetos pesados o comportamento do carro po-
derá modificar-se por deslocação de centro
de gravidade – risco de acidente! Por isso,
adapte sempre o seu estilo de condução e a
velocidade a estas circunstâncias.
● Nunca ultrapassar o peso máximo permiti-
do por eixo nem o peso máximo permitido do
veículo. Se estes se excederem as proprieda-
des de funcionamento do veículo podem ser
alteradas, o que poderia provocar um aciden-
te e causar lesões aos ocupantes e danos no
veículo. Condução com reboque
Cargas de reboque Cargas de reboque
As cargas de apoio e reboque permitidas fo-
ram estabelecidas, de acordo com testes rea-
lizados segundo critérios rigorosamente defi-
nidos. Todas as cargas de reboque autoriza-
das são válidas para veículos que circulam
na
UE
e, geralmente, até uma velocidade má- x ima de 80 km/h (50 mph) (em situações ex-
cecionais até os 100 km/h (62 mph)). Estes
valores poderão diferir no caso de veículos
destinados a outros países. Os dados dos
documentos do veículo sobrepõem-se a
quaisquer outros ››› .
Cargas de apoio
A carga de apoio máxima
permitida da lança
so
bre a rótula de engate não deve superar 75
kg
.
É recomendado o aproveitamento máximo da
carga de apoio permitida para maior segu-
rança de circulação. Uma carga de apoio in-
suficiente prejudica o comportamento do
conjunto veículo/reboque.
Se a carga de apoio máxima permitida não
for atingida, (p. ex., no caso de reboques pe-
quenos de um eixo, leves e sem carga, ou no
caso de reboques de eixo tandem com uma
distância entre eixos inferior a 1,0 m), é obri-
gatório como carga de apoio mínima 4% do
peso do reboque. ATENÇÃO
● Por razões de segurança, não se deverá cir-
cular a mais de 80 km/h (50 mph). A mesma
recomendação aplica-se aos países onde for
permitida uma velocidade mais alta. » 223
Dados técnicos
Conselhos
Utilização
Segurança