
AVISO!(Continuação)
Nunca utilize um pneu com um
índice ou capacidade de carga in-
ferior àquele que foi original-
mente instalado no seu veículo. A
utilização de um pneu com menor
capacidade de carga pode causar
a sobrecarga do pneu e o seu mau
funcionamento. Poderá perder o
controlo e ter um acidente.
Não dotar o veículo com pneus
que tenham as capacidades ade-
quadas de velocidade pode resul-
tar numa inesperada falha dos
pneus e na perda do controlo doveículo.CUIDADO!
A substituição dos pneus originais
por outros com um tamanho dife-
rente pode resultar em leituras in-
correctas do velocímetro e do conta-
quilómetros. CORRENTES PARA OS PNEUS
Utilize apenas correntes compactas ou
outras ajudas de tracção que cum-
pram as especificações SAE do tipo
“Classe S”. As correntes devem ter o
tamanho apropriado para o veículo,
conforme aconselhado pelo fabricante
das mesmas.
NOTA:
Não utilize correntes para pneus
num pneu sobresselente com-pacto.
CUIDADO!
Para evitar danificar os pneus ou o
veículo, observe as seguintes precau-ções:
Utilize apenas correntes em pneus
P225/65R16. Os pneus P225/
65R17 não proporcionam uma
folga adequada.
(Continuação)
CUIDADO!(Continuação)
Devido à folga, reduzida pelas
correntes, entre os pneus e os ou-
tros componentes da suspensão, é
importante que só sejam utiliza-
das correntes em bom estado.
Correntes partidas podem causar
danos graves. Pare imediata-
mente se ouvir algum ruído que
possa indicar a quebra das cor-
rentes. Retire as partes danifica-
das da corrente antes de voltar autilizála.
Não ultrapasse os 70 km/h.
Conduza com cuidado e evite cur-
vas apertadas e lombas, especial-
mente se o veículo estiver carre-gado.
Instale as correntes nas rodas
dianteiras tão apertadas quanto
possível e, em seguida, volte a
apertálas após ter conduzido
cerca de 0,8 km.
Não conduza por um período
longo em pavimento seco.
(Continuação)
280

CUIDADO!(Continuação)
Observe as instruções do fabri-
cante das correntes relativas ao
método de instalação, velocidade
e condições de utilização. Utilize
sempre a velocidade mais baixa
sugerida pelo fabricante das cor-
rentes, caso difira da velocidade
recomendada pelo fabricante doveículo.
Utilize sempre a velocidade mais
baixa se o fabricante das correntes e o
fabricante do veículo sugerirem velo-
cidades máximas diferentes. Esta in-
dicação aplica-se a todos os dispositi-
vos de tracção por correntes,
incluindo as correntes articuladas e de
cabo (radial).
RECOMENDAÇÕES SO-
BRE A ROTAÇÃO DOSPNEUS
Os pneus dos eixos dianteiros e trasei-
ros dos veículos funcionam com car-
gas diferentes e executam diferentes
trabalhos de direcção, condução e tra-
vagem. Por estas razões, a taxa de
desgaste é desigual. Podem reduzir-se estes efeitos através
da rotação periódica dos pneus. Os
benefícios da rotação são especial-
mente significativos nos tipos de pisos
agressivos, tais como os dos pneus
tipo todas as estações. A rotação au-
mentará a duração dos pisos, ajudará
a manter os níveis de tracção na lama,
na neve e na água e contribui para
uma marcha suave e tranquila.
Consulte o "Programa de Manuten-
ção" para obter informações acerca
dos intervalos de manutenção apro-
priados. As causas de desgaste irregu-
lar ou rápido devem ser corrigidas
antes de ser efectuada a rotação.
SISTEMA DE VERIFICA-
ÇÃO DA PRESSÃO DOS
PNEUS (TPMS)
O TPMS avisa o condutor sobre pneus
com baixa pressão com base nos re-
quisitos de pressão dos pneus a frio
indicados na placa sobre os pneus lo-
calizada no pilar B do lado do condu-
tor.
A pressão dos pneus varia com a tem-
peratura em cerca de 0,069 BAR por
cada 6,5°C. Isto significa que quandoa temperatura exterior desce, a pres-
são dos pneus baixa. A pressão dos
pneus deve ser sempre definida com
base no valor de enchimento dos
pneus a frio. Isto define-se como a
pressão dos pneus quando um veículo
não é conduzido há mais de três horas
- e à temperatura ambiente exterior.
Para obter informações sobre
como encher os pneus correcta-
mente, consulte "Pneus – Informa-
ção Geral" na secção "Arranque eFuncionamento".
A pressão dos
pneus também aumenta à medida que
o veículo vai sendo conduzido. Isto é
normal, pelo que não deverá haver
qualquer ajuste para este aumento de
pressão.
O TPMS avisa o condutor de uma
baixa pressão nos pneus, se a pressão
descer abaixo do limite de aviso de
baixa pressão por qualquer razão, in-
cluindo efeitos de baixas temperatu-
ras ou perda natural de pressão de ar
através do pneu.
O TPMS continua a avisar o condutor
de uma baixa pressão nos pneus,
desde que a condição exista, e não se
desliga enquanto a pressão nos pneus
281

NOTA:
O TPMS não foi concebido parasubstituir os cuidados e a manu-
tenção normais, nem para pro-
porcionar avisos relativos a uma
falha dos pneus.
O TPMS não deve ser utilizado como manómetro de pressão dos
pneus enquanto se ajusta a pres-
são dos pneus.
Conduzir com um pneu signifi- cativamente vazio leva a que o
pneu aqueça em demasia e pode
originar uma falha do pneu. O
esvaziamento em demasia tam-
bém reduz a eficiência no con-
sumo de combustível e a vida
útil do pneu, podendo afectar a
condução do veículo e a capaci-
dade de travagem.
O TPMS não é um substituto para a devida manutenção dos
pneus e é responsabilidade do
condutor manter a correcta
pressão dos pneus utilizando
um manómetro exacto, mesmo
que o esvaziamento não tenha
atingido o nível necessário para
despoletar a iluminação da “Luz de Aviso da Verificação da
Pressão dos Pneus”.
As alterações sazonais da tem- peratura irão afectar a pressão
dos pneus e o sistema TPMS irá
verificar a pressão efectiva dospneus.
SISTEMA BASE
O sistema TPMS utiliza tecnologia
sem fios com sensores electrónicos
montados nas jantes para verificar os
níveis de pressão dos pneus. Os senso-
res montados em cada roda como
parte da haste da válvula transmitem
as leituras de pressão ao Módulo Re-
ceptor.
NOTA:
É particularmente importante que
verifique regularmente a pressão
de todos os pneus e que mantenha
a pressão correcta.
O TPMS Básico é constituído pelos
seguintes componentes:
Módulo Receptor
Quatro Sensores de Verificação da Pressão dos Pneus Luz de Aviso de Verificação da
Pressão dos Pneus
Avisos de Baixa Pressão nos
Pneus da Verificação da Pressão
dos Pneus A “Luz de Aviso da Verifi-
cação da Pressão dos
Pneus” acende-se no painel
de instrumentos, a mensa-
gem "TIRE LOW PRESSURE" (Pres-
são dos pneus baixa) é apresentada no
painel de instrumentos e ouve-se um
sinal sonoro quando um ou mais dos
quatro pneus activos tiver a pressão
baixa. Se isto ocorrer, deve parar o
mais depressa possível e verificar a
pressão de enchimento de cada um
dos pneus do veículo e encher cada
pneu de acordo com a pressão reco-
mendada para os pneus a frio (locali-
zada na placa no pilar B do lado do
condutor). O sistema será automati-
camente actualizado e a “Luz de
Aviso da Verificação da Pressão dos
Pneus” apaga-se após a recepção das
pressões dos pneus actualizadas.
283

(Verificar sistema TMS) e o gráfico
apresenta “- -“ em vez dos valores de
pressão dos quatro pneus. No próximo
ciclo do interruptor da ignição, o
TPMS já não soa, a “Luz de Aviso da
Verificação da Pressão dos Pneus” já
não acende e a mensagem de texto já
não é apresentada no EVIC. No en-
tanto, o gráfico volta a apresentar “--“.
Para reactivar o TPMS, mude pri-
meiro todas as rodas (pneus de es-
trada) por rodas que tenham sensores
TPMS. Depois, conduza o veículo até
20 minutos acima de 24 km/h. O
TPMS soa, a “Luz de Aviso da Verifi-
cação da Pressão dos Pneus” pisca
durante 75 segundos, o EVIC apre-
senta uma mensagem “SERVICE
TPM SYSTEM” (Verificar sistema
TMS) e o gráfico apresenta os valores
de pressão dos quatro pneus para de-
monstrar que o TPMS está a receber
dados do sensor.REQUISITOS DE COM-
BUSTÍVEL — MOTOR AGASOLINA
Todos os motores estão concebidos
para cumprir todos os regulamentos
de emissão de gases e proporcionar
uma excelente economia de combus-
tível, sempre que utilizar gasolina sem
chumbo de alta qualidade, com um
teor mínimo de 91 octanas. Não se
recomenda a utilização de gasolina
premium, pois não traz quaisquer be-
nefícios em relação à gasolina normal
nestes motores.
Uma leve detonação da faísca, a bai-
xas velocidades, não é prejudicial
para o veículo. Contudo, uma perma-
nente detonação pesada da faísca, a
altas velocidades, pode causar danos,
sendo necessário proceder de ime-
diato à reparação.
Uma gasolina de má qualidade pode
causar problemas, tais como um ar-
ranque difícil, perda de potência e
hesitações. Se tiver estes problemas,
tente outra marca de gasolina antes de
efectuar a revisão do veículo.Mais de 40 fabricantes de automóveis
em todo o mundo publicaram e apro-
varam especificações consistentes so-
bre a gasolina (WWFC – World Wide
Fuel Charter), de modo a definir as
propriedades do combustível necessá
rias para obter melhores emissões, de-
sempenho do motor e durabilidade
para o seu veículo. O fabricante reco-
menda o uso de gasolinas que cum-
pram as especificações do WWFC, se
estiverem disponíveis.
METANOL
O Álcool Metílico ou de Madeira é
utilizado numa variedade de concen-
trações, quando misturado com a ga-
solina sem chumbo. Poderá encontrar
combustíveis contendo 3% ou mais de
metanol, juntamente com outros álco
ois chamados co-solventes.
Os problemas que resultem da utiliza-
ção de metanol/gasolina ou misturas
de etanol E-85 não são da responsa-
bilidade do fabricante. Embora o
MTBE seja um oxigenado feito de Me-
tanol, não tem os efeitos negativos doMetanol.
288

CUIDADO!
Não utilize gasolina que contenha
Metanol ou Etanol E-85. A utiliza-
ção destas misturas pode dar origem
a problemas no arranque e de con-
dução e danificar componentes crí
ticos do sistema de combustível.
ETANOL
O fabricante recomenda que o seu
veículo seja utilizado com um com-
bustível que contenha no máximo de
10% de etanol. Se comprar o seu com-
bustível num fornecedor de con-
fiança, poderá reduzir o risco de exce-
der este limite de 10% e/ou de utilizar
combustível com propriedades anor-
mais. Tenha em atenção, também,
que é de esperar um aumento do con-
sumo de combustível quando utilizar
combustíveis com misturas de etanol
devido ao teor de energia mais baixo
do etanol.
Os problemas que resultem da utiliza-
ção de metanol/gasolina ou misturas
de etanol E-85 não são da responsa-
bilidade do fabricante. Embora o MTBE seja um oxigenado feito de Me-
tanol, não tem os efeitos negativos doMetanol.
CUIDADO!
A utilização de combustível que con-
tenha mais de 10% de Etanol pode
originar avarias do motor, proble-
mas no arranque e de funciona-
mento e degradação de materiais.
Estes efeitos adversos podem origi-
nar danos permanentes no veículo.
GASOLINA VERDE
Muitas das gasolinas que estão agora
a ser misturadas contribuem para um
ar mais puro, especialmente nas áreas
onde os níveis de poluição do ar são
elevados. Estas novas misturas pro-
porcionam um combustível mais
limpo e algumas são referidas como
“gasolinas reformuladas”.
O fabricante apoia estes esforços para
a obtenção de um ar mais puro. Po-
derá ajudar utilizando estas misturas
à medida que vão estando disponíveis. MMT NA GASOLINA
O MMT é um manganésio que contém
um aditivo metálico e que é misturado
nalgumas gasolinas para aumentar as
octanas. A gasolina misturada com o
MMT não proporciona qualquer van-
tagem em termos de desempenho em
relação à gasolina com o mesmo nú
mero de octanas sem MMT. A gasolina
misturada com MMT reduz a vida útil
das velas e reduz o desempenho do
sistema de controlo de emissões nal-
guns veículos. O fabricante reco-
menda a utilização de gasolina sem
MMT no seu veículo. O teor de MMT
da gasolina poderá não estar indicado
na bomba de gasolina, portanto, deve
perguntar ao vendedor se a gasolina
contém MMT.
MATERIAIS ADICIONADOS
AO COMBUSTÍVEL
Além de utilizar gasolina sem chumbo
com a taxa adequada de octanas,
aconselham-se as gasolinas que con-
têm detergentes e aditivos de estabili-
dade e contra a corrosão. A utilização
de gasolinas que contenham estes adi-
tivos ajudará a melhorar a economia
289

Se o tampão do combustível nãofor devidamente apertado, a
MIL pode acender-se.
Certifique-se de que o tampão
do combustível está devida-
mente apertado sempre que rea-
bastecer o veículo.
REBOQUE DE ATRE- LADO
Nesta secção, encontra sugestões de
segurança e informações sobre as li-
mitações aos tipos de reboque que
pode efectuar com o veículo. Antes de
rebocar um atrelado, releia cuidado-
samente estas informações para rebo-
car a carga de uma forma tão eficiente
e segura quanto possível.
A fim de manter a cobertura da ga-
rantia, siga os requisitos e as reco-
mendações contidas neste manual,
respeitantes aos veículos utilizados
para reboque de atrelados. DEFINIÇÕES DE REBOQUE COMUNS
As seguintes definições relacionadas
com o reboque de atrelados
ajudam-no a compreender a informa-
ção que se segue:
Peso bruto nominal do veículo (GVWR)
O GVWR é o peso total permitido do
seu veículo. Isto inclui o condutor, os
passageiros, a carga e o peso da lin-
gueta do atrelado. A carga total deve
ser limitada por forma a não exceder oGVWR.
Peso Bruto do Atrelado (GTW)
O GTW é o peso do atrelado mais o
peso de toda a carga, consumíveis e
equipamento (permanente ou tempo-
rário) colocados no atrelado quando
este está carregado e pronto para fun-
cionar. A forma recomendada para
medir o GTW é a de colocar o atrelado
totalmente carregado numa balança
para veículos. Todo o peso do atrelado
tem de estar apoiado na balança.Peso Bruto Combinado (GCWR)
O GCWR é o peso total admissível do
seu veículo e atrelado quando pesados
em conjunto.
NOTA:
O GCWR considera um valor de
68 kg para o peso do condutor.
Peso de carga máxima sobre os
eixos (GAWR)
O GAWR é a capacidade máxima dos
eixos frontal e traseiro. Distribua a
carga de forma equilibrada entre os
eixos frontal e traseiro. Certifique-se
de que não excede o GAWR frontal e
traseiro.
AVISO!
É importante não exceder o GAWR
máximo frontal e traseiro. Se o valor
máximo for excedido, poderá resul-
tar daí uma condição de condução
perigosa. Pode perder o controlo do
veículo e ter um acidente.
Peso da Lingueta do Atrelado(TW)
O peso da lingueta é a força descen-
dente exercida na bola de reboque
pelo atrelado. Na maioria dos casos,
292

não deve ser inferior a 7% ou mais de
10% da carga do atrelado. O peso da
lingueta do atrelado não pode exceder
o valor mais baixo entre o valor de
certificação do engate ou o valor de
chassis da lingueta do atrelado.
Nunca deve ser inferior a 4% da carga
do atrelado nem inferior a 25 kg. Tem
de considerar a carga da lingueta
como parte da carga no seu veículo e o
respectivo GAWR.AVISO!
Um sistema de engate mal ajustado
pode reduzir o manuseamento, a es-
tabilidade, o desempenho dos tra-
vões e pode resultar num acidente.
Consulte o fabricante do engate e do
atrelado ou um concessionário de
atrelados/caravanas de reputação
para obter mais informações.
Área da Frente
A área da frente é composta pela al-
tura máxima multiplicada pela lar-
gura máxima da frente de um atre-lado. FIXAÇÃO DE CABO DE RUPTURA
As regulamentações europeias relati-
vas a travagens de reboques com tra-
vões até 3500 kg exigem que os rebo-
ques disponham de ou um
acoplamento secundário ou um cabo
de ruptura.
A localização recomendada para a fi-
xação do cabo de ruptura normal do
reboque e a ranhura localizada na
parede lateral do receptor de engate.
Com Ponto de Fixação
1. No caso das barras de reboque des-
tacáveis, passe o cabo através do
ponto de fixação, dê a volta e
prenda-o a ele próprio.
2. No caso das barras de reboque com
bola fixas, prenda o gancho directa-
mente ao ponto designado. Esta alter-
nativa deve ser especificamente per-
mitida pelo fabricante do reboque,
pois o clipe pode não ser suficiente-
mente forte para ser utilizado.
Método do Laço na Bola Destacável
Método do Gancho na Bola
Destacável
293

CUIDADO!
Se o atrelado pesar mais de 450 kg
com carga, deve ter os seus próprios
travões que devem ser adequados ao
peso. A não observância desta regra,
pode levar ao rápido desgaste das
pastilhas dos travões, a um maior
esforço com o pedal dos travões e à
necessidade de percorrer maiores
distâncias para parar.AVISO!
Não ligue os travões do atreladoao sistema de travões hidráulico
do seu veículo. Isso pode sobrecar-
regar o sistema de travagem, pro-
vocando uma falha no sistema.
Poderá não dispor de travões
quando precisar deles e poderá ter
um acidente.
O reboque de um atrelado au-
menta a distância de paragem.
Quando estiver a rebocar, deve
deixar mais espaço entre o seu
veículo e o veículo à sua frente. Se
não o fizer, poderá dar origem a
um acidente. Requisitos de Reboque – Luzes e
Cablagem do Reboque
Sempre que rebocar um atrelado, in-
dependentemente do tamanho, é obri-
gatória, para segurança na condução,
a existência de luzes de stop e de mu-
dança de direcção no atrelado.
O pacote para reboque pode incluir
uma cablagem de sete e de treze pinos.
Utilize uma cablagem e conector
aprovados pela fábrica.
NOTA:
Não emende fios à cablagem do veículo.
As ligações eléctricas estão todas com-
pletas no veículo, mas tem de ligar a
cablagem a um conector no atrelado.
Detalhes do Conector de Sete
Pinos
Pino Função Cor do
Fio
1 Sinal de Mudança
de Direcção Es-
querdo Amarelo
2 Luz de Nevoeiro Traseira Azul
3 Massa/Retorno Comum Branco
4 Sinal de Mudança de Direcção Di-
reito Verde
Conector de Sete Pinos
297