
5. Controlo da Temperatura Direito Dianteiro
Proporciona um controlo indepen-
dente da temperatura ao ocupante do
banco dianteiro direito. Rode para a
esquerda para temperaturas mais
frias ou para a direita para tempera-
turas mais quentes.
6. Modo MisturaO ar é direccionado através das
aberturas do chão, de desconge-
lamento e de desembaciamento
dos vidros laterais. Esta definição
funciona melhor em condições de frio
ou neve que exijam mais calor no
párabrisas. Esta definição é boa para
manter o conforto, ao mesmo tempo
que reduz a humidade no párabrisas.
7. Modo de Desembaciamento Frontal O ar é direccionado através do
párabrisas e das aberturas de
desembaciamento dos vidros
laterais. Utilize o modo Descongela-
mento com as definições máximas do
ventilador e da temperatura para ob-
ter o melhor descongelamento do
párabrisas e dos vidros laterais. NOTA:
O compressor do ar condicionado
funciona nos modos Misto e Des-
congelamento ou numa combina-
ção destes modos, mesmo que o
botão do ar condicionado não es-
teja premido. Isto desumidifica o
ar para ajudar a secar o pára
-brisas. Para melhorar o consumo
de combustível, utilize estes mo-
dos apenas quando for necessário.
8. Desembaciador Electrónico da
Janela Traseira
Prima este botão para ligar o
desembaciador do vidro tra-
seiro e os espelhos laterais
aquecidos (para versões/mercados
onde esteja disponível). Um indicador
no botão acende-se para indicar que o
desembaciador do vidro traseiro está
ligado. O desembaciador do vidro tra-
seiro desliga-se automaticamente de-
pois de funcionar cerca de 10 minu-
tos. Para funcionar por mais
5 minutos, prima o botão uma se-
gunda vez. NOTA:
Pode desligar a opção dos espe-
lhos aquecidos a qualquer al-
tura premindo o interruptor do
descongelador do vidro traseiro
uma segunda vez.
Para evitar excesso de descarga da bateria, use o desembaciador
do vidro traseiro apenas quando
o motor estiver a funcionar.
CUIDADO!
O não cumprimento destas precau-
ções pode provocar danos nos ele-
mentos de aquecimento.
Tenha cuidado ao lavar o interior
do vidro traseiro. Não utilize
limpa-vidros abrasivos na super-
fície interior do vidro. Utilize um
pano macio e uma solução de la-
vagem suave, passando o pano
paralelamente aos elementos de
aquecimento. Os rótulos podem
ser retirados depois de molhados
com água quente.
(Continuação)
233

CUIDADO!(Continuação)
Não utilize raspadores, instru-
mentos pontiagudos ou limpa-
-vidros abrasivos na superfície in-
terior do vidro.
Mantenha todos os objectos a uma
distância segura do vidro.
9. Botão Recirculation Control
(Controlo da Recirculação) Prima este botão para esco-
lher entre a entrada do ar
exterior ou a recirculação
do ar no interior do veículo.
Acende-se uma luz quando estiver no
modo de recirculação. Utilize apenas
o modo de recirculação para bloquear
temporariamente odores exteriores,
fumo ou poeira e para arrefecer o
interior rapidamente no arranque ini-
cial em condições muito quentes ouhúmidas.
NOTA:
Se o botão de recirculação for premido quando o sistema está
no modo de descongelamento, o
indicador LED de recirculação pisca 3 vezes para indicar que o
modo de recirculação não é per-mitido.
No modo de chão e misto, o sis- tema desliga o modo de recircu-
lação após cinco minutos de
funcionamento. Pode seleccio-
nar novamente o modo de recir-
culação, se assim desejar.
A utilização contínua do modo de recirculação pode tornar o ar
interior abafado e os vidros po-
dem ficar embaciados. Não se
recomenda a utilização prolon-
gada deste modo.
Em condições de frio ou humi- dade, a utilização do modo de
recirculação vai embaciar os vi-
dros no interior, devido à acu-
mulação de humidade no inte-
rior do veículo. Para obter o
máximo de desembaciamento,
seleccione a posição de ar exte-
rior.
Para impedir o embaciamento, quando premir o botão de recir-
culação e o controlo do modo for
definido para painel, o A/C é au-
tomaticamente activado. Pode anular a selecção do A/C
manualmente, sem afectar a se-
lecção do controlo do modo.
10. Botão do Ar Condicionado(A/C) Prima e liberte para alterar
a definição actual. O indi-
cador acende-se quando es-
tiver ligado.
NOTA:
Se o desempenho do ar condicio-
nado parecer inferior ao esperado,
verifique a parte da frente do con-
densador do ar condicionado, lo-
calizado na parte da frente do ra-
diador, para ver se existe
acumulação de sujidade ou de in-
sectos. Limpe com um suave bor-
rifo de água na parte de trás do
radiador e através do condensa-
dor. Os protectores em tecido do
painel frontal podem reduzir o
fluxo de ar para o condensador,
reduzindo o desempenho do arcondicionado.234

PROCEDIMENTOS DE ARRANQUE
Antes de ligar o veículo, regule o seu
banco, regule os espelhos interiores e
exteriores, aperte o seu cinto de segu-
rança e, se presentes, instrua os outros
ocupantes a apertarem os cintos desegurança.AVISO!
Nunca deixe crianças sozinhasnum veículo ou com acesso a um
veículo destrancado. Deixar
crianças não vigiadas num veículo
é perigoso por diversas razões.
Uma criança ou outras pessoas
podem sofrer ferimentos graves
ou fatais. As crianças devem ser
advertidas de que não devem to-
car no travão de mão, pedal do
travão ou na alavanca das mu-danças.
(Continuação)
AVISO!(Continuação)
Não deixe a chave inteligente na
ignição ou nas suas imediações e
não deixe um veículo equipado
com Keyless Enter-N-Go (Entrar
e arrancar sem chave) nos modos
ACC (Acessórios) ou ON/RUN
(Ligado/A Trabalhar). A criança
pode fazer funcionar o comando
dos vidros, outros comandos ou
deslocar o veículo.
TRANSMISSÃO AUTOMÁ TICA
A alavanca das mudanças deve estar
na posição NEUTRAL (Ponto-Morto)
ou PARK (Estacionar) antes de pôr o
motor a funcionar. Aplique os travões
antes de engatar qualquer mudança
de condução.
CUIDADO!
A transmissão pode ficar danificada
se não forem observadas as seguintes
precauções:
Coloque a alavanca das mudanças na posição PARK (Estacionar) só
depois de o veículo estar comple-
tamente parado.
Não coloque nem retire a alavanca
das mudanças da posição RE-
VERSE (MarchaAtrás) antes de
o veículo estar completamente pa-
rado e o motor a funcionar lenta-mente.
Não mude a alavanca das mudan-
ças de R (MARCHA ATRÁS), P
(ESTACIONAMENTO) ou N
(PONTO MORTO) para qualquer
mudança de andamento em frente
quando o motor estiver a traba-
lhar acima do ralenti.
Antes de meter qualquer mu-
dança, certifique-se de que tem o
pé firmemente apoiado no pedal
do travão.
251

Limpar um Motor Afogado (Utili-
zando o botão ENGINE START/
STOP (Arrancar/Desligar o Mo-tor))
Se o motor não arrancar depois de ter
seguido os procedimentos de “Arran-
que Normal” ou “Tempo Extrema-
mente Frio”, é porque pode estar afo-
gado. Para limpar o excesso de
combustível, prima e mantenha o pe-
dal do travão, prima o pedal do ace-
lerador até ao fundo e mantenha-o, e
prima e solte o botão ENGINE
START/STOP (ARRANCAR/
DESLIGAR O MOTOR) uma vez. O
motor de arranque é accionado auto-
maticamente, trabalha durante 10 se-
gundos e é desaccionado. Depois
disso, solte o pedal do acelerador e o
pedal do travão, aguarde 10 a 15 se-
gundos e repita o procedimento “Ar-
ranque Normal”.
Limpar um Motor Afogado (Utili-
zando um Comando com ChaveIntegrada)
Se o motor não arrancar depois de ter
seguido os procedimentos de “Arran-
que Normal” ou “Tempo Extrema-
mente Frio”, é porque pode estar afo-gado. Para limpar qualquer excesso
de combustível, carregue no pedal do
acelerador até ao fundo e mantenha-o
aí. Depois, rode a chave da ignição até
à posição START e liberte-a quando o
motor tiver arrancado. O motor de
arranque desliga-se automaticamente
após 10 segundos. Se tal ocorrer, li-
berte o pedal do acelerador, rode a
chave até à posição LOCK (Trancar),
aguarde 10 a 15 segundos e, em se-
guida, repita o procedimento normal
de arranque.
CUIDADO!
Para evitar danos no motor de ar-
ranque, aguarde 10 a 15 segundos
antes de tentar novamente.
APÓS O ARRANQUE
A velocidade de ralenti é controlada
automaticamente e diminuirá à me-
dida que o motor vai aquecendo.
ARRANQUE NORMAL –
MOTOR DIESEL
1. Rode o interruptor da ignição para
a posição ON. 2. Espere pela mensagem “Wait To
Start Light” (Luzes aguardar para ar-
rancar) no painel de instrumentos.
Para obter mais informações, consulte
“Grupo de Instrumentos” na secção
“Compreender o Painel de Instru-
mentos”. Esta luz acende-se durante
dez segundos ou mais, dependendo da
temperatura do motor. Quando a
mensagem “Wait To Start Light” (Lu-
zes aguardar para arrancar) desapa-
recer, o motor está pronto a arrancar.
3. NÃO carregue no acelerador. Rode
a chave da ignição até à posição
START e liberte-a quando o motor
tiver arrancado.
CUIDADO!
Para evitar qualquer dano no motor
de arranque, NÃO o accione por
mais de 15 segundos de cada vez.
Aguarde de 10 a 15 segundos antes
de voltar a fazer nova tentativa.
4. Após o motor começar a trabalhar,
deixe-o ficar ao ralenti durante apro-
ximadamente 30 segundos antes de
começar a conduzir. Isto permite ao
óleo circular e lubrificar o turbocom-
pressor.
255

Cuidados a ter com o Arranque e
o Funcionamento – Motor a Die-selAVISO!
NUNCA deite combustível ou qual-
quer outro líquido inflamável na
abertura da entrada de ar, numa
tentativa de efectuar o arranque do
veículo. Isto pode resultar num jacto
de chamas, causando graves feri-mentos.
Trabalhar com um motor frio a al- tas velocidades durante a condução
ou ralenti poderá danificar os com-
ponentes do motor.
Antes de desligar o motor turbo
Diesel, deixe sempre que o mo-
tor volte à velocidade normal de
ralenti e trabalhe durante vários
segundos. Este procedimento
assegura uma lubrificação ade-
quada do turbocompressor. Isto
é especialmente necessário após
períodos de condução a alta ve-locidade.
Arrefecimento do Turbocompres-sor
NOTA:
Deixar o motor a trabalhar ao ra-
lenti após uma utilização prolon- gada permite que o alojamento da
turbina arrefeça até à temperatura
normal de funcionamento.
O quadro seguinte é utilizado como
guia para determinar o tempo de fun-
cionamento do motor ao ralenti nec-
essário para arrefecer suficientemente
o turbocompressor antes de se desli-
gar, dependendo do tipo de condução
e da quantidade de carga.
Quadro de “Arrefecimento” do Turbocompressor
Condições de Condução Carga Temperatura do
TurbocompressorTempo ao Ralenti (em minu-
tos) Antes de Desligar
Pára/Arranca Vazio Fria Menos de 1
Pára/Arranca Média Moderada 1
Velocidades de Auto-estrada Média Moderada 2
Tráfego de Cidade GCWR Máx. Moderada 3
Velocidades de Auto-estrada GCWR Máx. Moderada 4 Subida Inclinada GCWR Máx. Quente 5
256

Embraiagem do Conversor de Bi- nário
Uma função concebida para melhorar
a economia de combustível foi adicio-
nada à transmissão automática do seu
veículo. Uma embraiagem, dentro do
conversor de binário, activa-se auto-
maticamente às velocidades calibra-
das. Esta acção pode originar uma
sensação ou uma resposta ligeira-
mente diferente, durante o funciona-
mento normal com mudanças altas.
Quando a velocidade do veículo é re-
duzida ou durante algumas acelera-
ções, a embraiagem desengata-se au-tomaticamente.
NOTA:
A embraiagem do conversor de bi-
nário não é engatada enquanto o
fluido da transmissão e o líquido
de refrigeração não estiverem
quentes [normalmente, após uma
deslocação de 1,6 a 4,8 km]. Dado
que a velocidade do motor é supe-
rior quando a embraiagem do con-
versor de binário não está enga-
tada, poderá parecer que a
transmissão não está a mudar
para Overdrive quando está fria.Isto é normal. Se utilizar a função
do Selector Electrónico do Ponto
(ERS), quando a transmissão esti-
ver suficientemente quente, verá
que a transmissão consegue mu-
dar para a Overdrive e sair dela.
CONDUÇÃO EM SUPER-
FÍCIES ESCORREGADIAS ACELERAÇÃO
A aceleração rápida sobre superfícies
cobertas de neve, água ou outras su-
perfícies escorregadias pode provocar
a deslocação rápida e errática das ro-
das motoras para a esquerda ou para
a direita. Este fenómeno ocorre
quando existe uma diferença de atrito
com o solo das rodas da frente (moto-ras).
AVISO!
A aceleração rápida em superfícies
escorregadias é perigosa. A capaci-
dade de tracção desigual pode pro-
vocar o desvio repentino das rodas
da frente. Pode perder o controlo do
veículo e ter uma colisão. Acelere
lentamente e com cuidado quando
existe a possibilidade de fraca trac-
ção (gelo, neve, lama, areia solta,etc.).
TRACÇÃO
Ao conduzir por estradas molhadas
ou lamacentas, é possível
estabelecer-se uma camada de água
entre o pneu e a superfície da estrada.
O comportamento do veículo nestas
condições é designado por hidropla-
nagem e pode provocar a perda par-
cial ou total de controlo do veículo e
da possibilidade de o parar. Para re-
duzir esta possibilidade, devem ser
tomadas as seguintes precauções:
1. Circule devagar durante tempo de
chuva ou quando as estradas estãolamacentas.
2. Reduza a velocidade se a estrada
apresentar água espalhada ou poças.
264

3. Substitua os pneus assim que os
indicadores de desgaste se tornaremvisíveis.
4. Mantenha os pneus à pressão cor-
recta.
5. Mantenha uma distância sufi-
ciente entre o seu veículo e o da frente
para evitar uma colisão no caso de
paragem súbita.
CONDUZIR ATRAVÉS DE ÁGUA
Conduzir através de água com mais
de alguns centímetros de profundi-
dade exige cuidados especiais para se
ter a certeza da segurança e evitar
danos no veículo.ÁGUAS CORRENTES/A SU- BIR
AVISO!
Não conduza por uma estrada ou
caminho onde haja água a fluir e/ou
a subir (como no caso de inundações
ou fluxos de tempestades). A água
corrente pode desgastar a superfície
da estrada ou do caminho e fazer
com que o seu veículo se afunde mais
na água. Além disso, a água corrente
e/ou a subir pode arrastar rapida-
mente o seu veículo. A não obser-
vância deste aviso pode resultar em
lesões graves ou fatais para si, para
os seus passageiros e para outras
pessoas nas imediações.
ÁGUAS PARADAS POUCO PROFUNDAS
Embora o seu veículo seja capaz de
passar por águas paradas pouco pro-
fundas, considere a seguinte Precau-
ção e o seguinte Aviso antes de o fazer.
CUIDADO!
Verifique sempre a profundidade das águas paradas, antes de pas-
sar por elas. Nunca passe por
águas paradas cuja profundidade
seja superior à parte inferior das
jantes dos pneus montadas no ve-ículo.
Determine o estado da estrada ou
do caminho que está debaixo de
água e se há obstáculos pelo cami-
nho, antes de conduzir pelas
águas paradas.
Ao conduzir através de águas pa-
radas, não exceda os 8 km/h.
Deste modo, minimiza os efeitos
de onda.
(Continuação)
265

CUIDADO!(Continuação)
A condução através de águas pa-
radas pode causar danos nos com-
ponentes do eixo de transmissão
do seu veículo. Inspeccione sem-
pre os fluidos do veículo (i.e., óleo
do motor, transmissão, eixo, etc.)
para detectar eventuais sinais de
contaminação (i.e., fluido com as-
pecto leitoso ou espumoso) depois
de conduzir através de águas pa-
radas. Não continue a utilizar o
veículo, se um dos fluidos parecer
estar contaminado, pois pode cau-
sar mais danos. Esses danos não
estão cobertos pela nova garantia
limitada do veículo.
Se entrar água no motor do veí
culo, o motor pode ficar bloque-
ado e estrangulado, causando gra-
ves danos internos no motor. Esses
danos não estão cobertos pela
nova garantia limitada do veículo.
AVISO!
A condução através de águas pa-radas limita as capacidades de
tracção do seu veículo. Ao condu-
zir através de águas paradas, não
exceda os 8 km/h.
A condução através de águas pa-
radas limita as capacidades de
travagem do seu veículo, o que
aumenta as distâncias de para-
gem. Portanto, depois de conduzir
através de águas paradas, con-
duza devagar e carregue leve-
mente no pedal de travagem vá
rias vezes para secar os travões.
Se entrar água no motor do veí
culo, o motor pode ficar bloque-
ado e estrangulado, deixando-o
sem veículo para conduzir.
A não observância destes avisos
pode resultar em lesões graves ou
fatais para si, para os seus pas-
sageiros e para outras pessoas nasimediações.
DIRECÇÃO ASSISTIDA
O sistema standard de direcção assis-
tida permite uma boa resposta por
parte do veículo e uma maior facili- dade de manobra em espaços aperta-
dos. O sistema proporciona capaci-
dade de direcção mecânica no caso de
perda da direcção assistida.
Se, por qualquer razão, a direcção
assistida for interrompida, ainda é
possível dirigir o veículo. Nestas con-
dições, verificará um aumento subs-
tancial no peso da direcção, especial-
mente em velocidades muito
reduzidas e em manobras de estacio-namento.
NOTA:
Maiores níveis de ruído no final
do curso do volante são conside-
rados normais e não indicam
que existe algum problema com
o sistema da direcção assistida.
No arranque inicial em tempo frio, a bomba da direcção assis-
tida poderá fazer ruído durante
um curto período de tempo. Isto
deve-se à existência de fluido
espesso e frio no sistema de di-
recção. Este ruído deve ser con-
siderado normal e não danifica
de modo algum o sistema de di-recção.
266