
virar completamente as rodas para
dentro do veículo;
utilizando a chave de fendas
fornecida, desapertar os parafusos A
fig. 121 e remover a tampa de inspeção
B;
localizar a lâmpada do indicador de
direção;
rodar para a esquerda o grupo da
lâmpada e do casquilho e, de seguida,
extraí-lo para fora;
substituir a lâmpada A
fig. 122 montada por engate;
por fim, voltar a montar a tampa de
inspeção B fig. 121, apertando a fundo
os parafusos de fixação A.
Luzes de nevoeiro dianteiras
Para substituir as lâmpadas, proceder
do seguinte modo:
virar completamente as rodas para
dentro do veículo;
utilizando a chave de fendas
fornecida, desapertar os parafusos A
fig. 121 e remover a tampa de inspeção
B;
localizar a lâmpada das luzes de
nevoeiro;
rodar para a esquerda o grupo da
lâmpada e do casquilho e, de seguida,
extraí-lo para fora;
desligar o conector elétrico;
substituir o grupo lâmpada-casquilho
B fig. 122;
voltar a ligar o conector elétrico ao
novo grupo lâmpada-casquilho; em
seguida, inseri-lo assegurando-se do
correto bloqueio;
montar o grupo rodando-o para a
direita, assegurando-se do correto
bloqueio;
por fim, voltar a montar a tampa de
inspeção B fig. 121, apertando a fundo
os parafusos de fixação A.
Indicadores de direção laterais
ATENÇÃO O procedimento é descrito
puramente a título indicativo. Para a
substituição da lâmpada, é
aconselhável dirigir-se à Rede de
Assistência Fiat.
Para substituir a lâmpada, proceder do
seguinte modo:
remover a calota B fig. 123 do
espelho retrovisor externo, com muito
cuidado (com equipamento adequado
para não riscar as partes pintadas) à
volta da moldura do próprio espelho
(como indicado na figura);
remover a estrutura transparente A,
em seguida, remover a lâmpada C,
retirando-a do respetivo casquilho.
inserir a nova lâmpada,
certificando-se de que fica
corretamente bloqueada;
remontar o casquilho na estrutura
transparente A;
remontar corretamente a calota B no
espelho retrovisor externo,
certificando-se de que fica
corretamente bloqueada.
123F1B0149C
172
EM EMERGÊNCIA
(halogéneo)

abastecimento de combustível em
emergência; perno D para a centragem
da roda (se presente, a utilizar na
operação de montagem da roda
sobresselente); porca especial
antirroubo E (se presente, a utilizar na
operação de montagem/desmontagem
dos parafusos da roda); calço F para o
bloqueio das rodas do veículo; anel de
reboque G; chave H para o
acionamento dos parafusos da roda e
para o macaco; chave Philips I para o
acionamento de emergência do
tejadilho de abrir (se presente);
levantar o tapete de revestimento A
fig. 137 e pegar na roda sobresselente
B;
colocar a roda e o estojo de
ferramentas próximo da roda a
substituir;
retirar o calço de bloqueio A (se
presente)fig. 138 e abri-lo em livro
conforme o esquema ilustrado;
posicionar o calço A na roda
diametralmente oposta àquela a
substituir (consultar fig. 139 ) para evitar
movimentações anormais do veículo
quando este é levantado do solo;
136F1B0218C
137F1B0219C
138F1B0220C
181

148)É extremamente perigoso tentar
substituir uma roda no lado do veículo
próximo da faixa de rodagem: certificar-se
de que o veículo está suficientemente
longe da estrada, para evitar ser atingido.
149)Assinalar a presença do veículo
parado segundo as disposições vigentes:
luzes de emergência, triângulo de
sinalização, etc. As pessoas a bordo
devem sair do veículo, especialmente se
este estiver muito carregado, esperando
que se efetue a substituição e
afastando-se do perigo do tráfego. Por
segurança, posicionar sempre por baixo
das rodas o calço fornecido.
150)As características de condução do
veículo, com a roda montada, são
alteradas. Evitar acelerações e travagens
violentas, viragens bruscas e curvas a
grande velocidade. A duração total da roda
sobresselente é de cerca de 3000 km,
após o que o pneu deve ser substituído
por outro do mesmo tipo. Nunca instalar
um pneu tradicional numa jante destinada
à utilização como roda sobresselente.
Solicitar a reparação e remontagem da
roda substituída o mais rapidamente
possível. Não é permitido utilizar
simultaneamente duas ou mais rodas
sobresselentes. Não lubrificar as roscas
dos parafusos antes de os montar:
poderão desapertar-se espontaneamente
durante a utilização do veículo!151)A roda fornecida (onde presente) é
específica para o veículo: não utilizá-la num
veículo de modelo diferente nem utilizar
rodas sobresselentes de outros modelos
no veículo. A roda sobresselente deve ser
utilizada apenas em caso de emergência.
A sua utilização deve ser reduzida ao
mínimo indispensável e a velocidade não
deve ultrapassar os 80 km/h. “Atenção!
Apenas para uso temporário! 80 km/h
máx!”. Substituir assim que possível pela
roda de serviço padrão. O autocolante
aplicado na roda pequena não deve de
forma alguma ser removido nem coberto.
Na roda sobresselente nunca se deve
aplicar nenhum tampão de roda. As
características de condução do veículo,
com a roda montada, são alteradas. Evitar
acelerações e travagens violentas, viragens
bruscas e curvas a grande velocidade.
152)Na roda sobresselente não podem
ser montadas correntes de neve. Se se
furar um pneu dianteiro (roda motriz) e for
necessário utilizar correntes, retirar do eixo
traseiro uma roda de dimensão normal e
montar a roda sobresselente no lugar
desta última. Deste modo, tendo duas
rodas de dimensão normal à frente (rodas
motrizes), pode montar-se nestas as
correntes de neve (esta indicação é válida
também para as versões a tração integral
4x4).
153)É absolutamente proibido manusear a
válvula de enchimento. Não introduzir
ferramentas de qualquer espécie entre a
jante e o pneu. Verificar regularmente a
pressão dos pneus e da roda
sobresselente, respeitando os valores
indicados no capítulo “Dados técnicos”.154)O macaco é uma ferramenta
estudada e concebida apenas para a
substituição de uma roda, em caso de furo
ou danos no respetivo pneu, no veículo em
que é fornecido ou em veículos do mesmo
modelo. Nunca deve ser utilizado par
outros fins como, por exemplo, para
levantar veículos de outros modelos ou
objetos diferentes. Em nenhum caso,
utilizá-lo para atividades de manutenção ou
reparação por baixo do veículo ou para a
mudança das rodas de verão/inverno e
vice-versa: é aconselhável dirigir-se à Rede
de Assistência Fiat. Não se posicionar, em
nenhum caso, sob o veículo erguido:
utilizá-lo apenas nas posições indicadas.
Não utilizar o macaco para capacidades
superiores à indicada na etiqueta nele
aplicada. Não ligar o motor, em nenhuma
circunstância, com o veículo elevado. O
levantamento do veículo para além do
necessário pode tornar o conjunto menos
estável até ao risco de queda violenta do
veículo. De seguida, elevar o veículo
apenas o necessário de modo a permitir o
acesso da roda sobresselente.
155)Rodando a manivela, ter cuidado
para que a rotação se verifique livremente
sem provocar riscos de escoriações nas
mãos devido ao contacto com o solo.
Também as partes do macaco em
movimento ("parafusos sem fim" e
articulações) podem provocar lesões:
evitar o contacto com os mesmos.
Limpar-se adequadamente em caso de
contacto com a massa lubrificante.
184
EM EMERGÊNCIA

AVISO
163)Para versões equipadas com chave
mecânica, antes de iniciar o reboque,
rodar a chave de ignição para a posição
MAR e, de seguida, para STOP, sem a
extrair. Retirando a chave ativa-se
automaticamente o bloqueio da direção,
não sendo possível virar as rodas.
Certificar-se também de que a caixa de
velocidades está posicionada em ponto
morto (para versões equipadas com caixa
automática, certificar-se de que a alavanca
das mudanças está na posição N). Para
versões com chave eletrónica, deslocar o
dispositivo de arranque para MAR e, de
seguida, para STOP, sem abrir a porta.164)Durante o reboque, lembrar-se que,
não tendo a ajuda do servofreio e da
direção assistida eletromecânica para
travar é necessário exercer mais força no
pedal e para virar é necessário uma ação
mais enérgica no volante. Não utilizar
cabos flexíveis para efetuar o reboque e
evitar os esticões. Durante as operações
de reboque, certificar-se de que a fixação
da junta no veículo não danifique os
componentes em contacto. Ao rebocar o
veículo, é obrigatório respeitar as normas
específicas de circulação rodoviária,
relativas quer ao dispositivo de reboque
quer ao comportamento a ter na estrada.
Durante o reboque do veículo, não ligar o
motor. Antes de apertar o anel, limpar
cuidadosamente a sede roscada. Antes de
iniciar o reboque do veículo, certificar-se
também de que se apertou a fundo o anel
no respetivo alojamento.
165)Os ganchos de reboque dianteiro e
traseiro devem ser utilizados unicamente
para operações de socorro no piso da
estrada. É permitido o reboque em troços
breves com a utilização de um dispositivo
específico em conformidade com o código
da estrada (barra rígida), movimentação do
veículo no piso da estrada como
preparação para o reboque ou par o
transporte com reboque. Os ganchos NÃO
DEVEM ser utilizados para operações de
recuperação do veículo fora do piso da
estrada ou na presença de obstáculos
e/ou para operações de reboque mediante
cabos ou outros dispositivos não rígidos.
Respeitando as condições acima
mencionadas, o reboque deve ocorrer
com os dois veículos (o rebocador e o
rebocado) o mais possível alinhados no
mesmo eixo mediano.
167F1B0738
196
EM EMERGÊNCIA

MANUTENÇÃO E CUIDADOS
Uma correcta manutenção permite
manter as prestações do veículo ao
longo do tempo, reduzir os custos de
funcionamento e proteger a eficiência
dos sistemas de segurança.
Neste capítulo, explica-se como.MANUTENÇÃO PROGRAMADA . .198
COMPARTIMENTO DO MOTOR. . .211
RECARGA DA BATERIA........222
PROCEDIMENTOS DE
MANUTENÇÃO.............223
ELEVAÇÃO DO VEÍCULO.......226
RODAS E PNEUS............227
CARROÇARIA..............228
INTERIORES...............230
197

RODAS E PNEUS
180) 181) 182) 183) 184) 185)
JANTES E PNEUS
Para o tipo de jantes das rodas e pneus
montados no veículo, consultar o
parágrafo “Rodas” no capítulo “Dados
técnicos”.
CORRENTES PARA A
NEVE
95)
Versões com tracção anterior e
integral
A utilização de correntes de neve de
7 mm é permitida nos pneus
215/60 R16 95H e 215/55 R17 94V.
Por outro lado, não é possível montar
as correntes nos pneus 225/
45 R18 91V e 225/45 R18 91Y.
Avisos
O uso das correntes de neve está
subordinado às normas vigentes em
cada País. Em alguns Países, os pneus
identificados com a sigla M+S (Mud
and Snow) são considerados
equipamentos de Inverno; a sua
utilização é, por isso, equiparada à
utilização das correntes de neve.As correntes de neve só devem ser
aplicadas apenas nos pneus das rodas
anteriores.
Controlar a tensão das correntes de
neve depois de ter percorrido algumas
dezenas de metros.
ATENÇÃO A utilização de correntes de
neve com pneus de dimensões não
originais pode danificar o veículo.
ATENÇÃO A utilização de pneus de
medida ou tipo diferentes (M+S, de
neve) entre o eixo anterior e posterior
pode comprometer a guiabilidade do
veículo, com o risco de perda de
controlo e de acidentes.
CONSELHOS SOBRE A
ROTAÇÃO DOS PNEUS
Os pneus anteriores e posteriores estão
sujeitos a diferentes cargas e
solicitações devido a viragens,
manobras e travagens. Por isso, estão
sujeitos a um desgaste não uniforme.
Para evitar este problema, é possível
efetuar a rotação dos pneus no
momento oportuno. Por rotação dos
pneus entende-se a deslocação das
rodas para uma posição diferente,
relativamente ao veículo. Cada roda
será, assim posta a trabalhar num eixo
diferente e, sempre que possível, no
lado oposto do veículo.A rotação dos pneus contribui para
manter inalteradas as capacidades de
aderência e de tracção em estradas
molhadas, com lama ou neve,
assegurando uma óptima
manobrabilidade do veículo.
Em caso de desgaste anómalo dos
pneus, identificar a causa e corrigi-la
assim que possível, dirigindo-se á Rede
de Assistência Fiat.
AVISO
180)O comportamento em estrada do
veículo depende da correta pressão de
enchimento dos pneus.
181)Uma pressão demasiado baixa
provoca o sobreaquecimento do pneu
com possibilidade de graves danos no
mesmo.
182)Na presença de pneus
"unidirecionais", não efetuar a troca em
cruz dos pneus, deslocando-os do lado
direito do veículo para o esquerdo e
vice-versa. Na presença deste tipo de
pneus, só é possível deslocar as rodas do
eixo dianteiro para o eixo traseiro e
vice-versa, mantendo-as no mesmo lado
do veículo.
183)Não efetuar tratamentos de nova
pintura das jantes em liga leve, uma vez
que necessitam de temperaturas
superiores a 150 °C. As características
mecânicas das rodas podem ficar
comprometidas.
227

184)Os métodos de rotação das rodas
indicados NÃO devem ser adotados em
caso de utilização de pneus
"unidirecionais"! Utilizando este tipo de
pneus, só é possível deslocar as rodas do
eixo dianteiro para o eixo traseiro e
vice-versa, mantendo-as no mesmo lado
do veículo.
185)Viajar com os pneus parcial ou
completamente vazios pode provocar
problemas de segurança e danificar de
forma irremediável o pneu em questão.
ATENÇÃO
95)Com as correntes montadas, manter
uma velocidade moderada; não ultrapassar
a velocidade de 50 km/h. Evite os buracos,
não suba degraus ou passeios e não
percorra longos troços em estradas sem
neve, para não danificar o veículo e o
asfalto.
CARROÇARIA
CONSERVAÇÃO DA
CARROÇARIA
Tinta
96)
6)
Em caso de abrasões ou fissuras
profundas, recomenda-se que sejam
feitos de imediato os retoques
necessários, para evitar a formação de
ferrugem.
A manutenção da pintura consiste na
lavagem, cuja periodicidade depende
das condições e do ambiente de
utilização. Por exemplo, nas zonas de
grande poluição atmosférica, ou
quando se percorrem estradas
cobertas de sal anti-gelo, é
aconselhável lavar o veículo com maior
frequência.
Algumas partes do veículo podem estar
equipadas com tinta opaca que, para
ser preservada como tal, necessita de
cuidados particulares: consultar o aviso
no fundo do presente parágrafo
97)
Para uma lavagem correta do veículo,
seguir estas indicações:
se se lavar o veículo numa máquina
automática, retirar a antena do
tejadilho;
se para a lavagem do veículo forem
utilizados vaporizadores ou limpadores
de alta pressão, manter uma distância
mínima de 40 cm da carroçaria para
evitar danos ou alterações.
Estagnações de água, a longo prazo,
podem danificar o veículo;
é preferível molhar a carroçaria com
um jacto de água de baixa pressão;
passe sobre a carroçaria, uma
esponja com uma ligeira solução
detergente, enxaguando
frequentemente a esponja;
enxagúe bem com água e seque
com jato de ar ou pele encamurçada.
Durante a secagem, cuidar sobretudo
das partes menos visíveis (por ex. vãos
das portas, capot, contorno dos faróis,
etc.) onde a água pode estagnar com
maior facilidade. Não lavar o veículo
depois de uma paragem ao sol ou com
o capot do motor quente: pode
alterar-se o brilho da tinta.
As partes externas de plástico devem
ser limpas com o mesmo procedimento
realizado para a normal lavagem do
veículo.
AVISOS
Evitar o mais possível estacionar o
veículo por baixo de árvores; as
substâncias resinosas conferem um
aspecto opaco à tinta e aumentam a
possibilidade de corrosão.
228
MANUTENÇÃO E CUIDADOS

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Todas instruções úteis para perceber
como é feito e como funciona o seu
automóvel estão contidas neste
capítulo e ilustradas com dados,
tabelas e gráficos. Para o apaixonado,
o técnico, mas também simplesmente
para quem quer conhecer ao pormenor
o seu próprio veículo.
DADOS PARA A IDENTIFICAÇÃO . .232
MOTOR..................233
RODAS..................236
DIMENSÕES...............238
PESOS..................240
ABASTECIMENTOS..........244
LÍQUIDOS E LUBRIFICANTES. . . .249
PRESTAÇÕES..............253
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL –
EMISSÕES DE CO...........254
DISPOSIÇÕES PARA O TRATAMENTO
DO VEÍCULO EM FIM DE VIDA . . .255
231