
ARRANQUE DO
MOTOR
O veículo está equipado com um
dispositivo eletrónico de bloqueio do
motor: em caso de falha no arranque,
consultar o parágrafo “O sistema Fiat
CODE” no capítulo “Conhecer o
veículo”.
Antes de ligar o veículo, regular o
banco, os espelhos retrovisores
internos e externos e apertar
corretamente os cintos de segurança.
Para o arranque do motor, nunca
carregar no pedal do acelerador.
116)
14) 15) 17)
PROCEDIMENTO
VERSÕES COM CAIXA
MANUAL
Proceder do seguinte modo:
acionar o travão de mão;
posicionar a alavanca da caixa de
velocidades no ponto-morto;
rodar a chave de ignição para a
posiçãoMAR: no quadro de
instrumentos acendem-se as luzes
avisadoras
e;
aguardar que as luzes avisadoras
e, se apaguem, quanto mais
quente estiver o motor mais
rapidamente se apagam;
carregar a fundo no pedal da
embraiagem, sem carregar no
acelerador;
rodar a chave de ignição para a
posição AVV imediatamente após
a desativação da luz avisadora
.
Aguardar demasiado tempo significa
tornar inútil o trabalho de aquecimento
das velas.
Largar a chave logo que o motor
arranque.
PROCEDIMENTO
VERSÕES COM CAIXA DE
VELOCIDADES COMFORT
MATIC
O arranque do motor é permitido pelo
sistema quer com a mudança engatada
quer com a caixa de velocidades em
ponto-morto (Nfig. 126); com a
mudança engatada, é sempre
necessário carregar no pedal do travão.
É aconselhável, antes de ligar o motor,
posicionar a alavanca da caixa de
velocidades em ponto-morto (Nfig.
126).LIGAÇÃO DO VEÍCULO
O arranque do veículo é permitido quer
coma1
avelocidade, quer com a 2a
(aconselhada em pisos com baixa
aderência), quer em marcha-atrás (R).
Para engatar a 1
avelocidade:
carregar no pedal do travão;
com a alavanca em (N)ou(R)
deslocar a alavanca para a posição
central;
com a alavanca já na posição
central, deslocar a alavanca para+
(velocidade superior) fig. 125;
soltar o pedal do travão e carregar
no pedal do acelerador.
Para engatar a 2
avelocidade:
carregar no pedal do travão;
com a alavanca em (N)ou(R) fig.
126 deslocar a alavanca para a posição
central e, em seguida, para+
(velocidade superior) fig. 125;
com a alavanca já na posição
central, deslocar a alavanca 2 vezes
para+(velocidade superior) fig. 125;
soltar o pedal do travão e carregar
no pedal do acelerador.
Para inserir a marcha-atrás (R):
carregar no pedal do travão;
126
ARRANQUE E CONDUÇÃO

AVISO! Se o veículo estiver em
movimento, o pedido é aceite e
executado se, no espaço de 1,5
segundos após o pedido, a velocidade
do veículo for inferior a 3 km/h: se o
pedido não for atuado, o sistema
manterá a mudança engatada ou, se a
velocidade do veículo descer abaixo
dos 10 km/h, posicionará a caixa
de velocidades em ponto-morto (N)e,
portanto, será necessário repetir a
manobra.
colocar a alavanca em (R) fig. 126;
soltar o pedal do travão e carregar
no pedal do acelerador.
16)
PROCEDIMENTO
VERSÕES NATURAL
POWER
(Para versões/mercados, onde previsto)
A seguir são descritas os diferentes
modos de arranque, em relação às
condições do veículo:
depósito de METANO não na
reserva – depósito de gasolina não
vazio:
o arranque é efetuado sempre em
modo Metano;
depósito de METANO vazio –
depósito de gasolina não vazio:o arranque será forçado a gasolina e
não haverá comutação para Metano
enquanto não for abastecido o
depósito de Metano, simultaneamente,
acende-se a luz avisadora de reserva
e no display do quadro de bordo será
visualizada a mensagem
“NECESSÁRIO ABASTECER”;
depósito de METANO não na
reserva – depósito de gasolina vazio:
o arranque é efetuado sempre em
modo metano.
17) 18) 19) 20) 21)
AVISO
116)É perigoso deixar o motor a funcionar
em locais fechados. O motor consome
oxigénio e liberta dióxido de carbono,
óxido de carbono e outros gases tóxicos.
AVISO
14)Aconselha-se, no primeiro período de
utilização, a não solicitar ao veículo as
prestações máximas (por exemplo,
excessivas acelerações, percursos muito
prolongados aos regimes máximos,
travagens excessivamente intensas, etc.).
15)Com o motor desligado não deixar
a chave de ignição na posição MAR para
evitar que uma inútil absorção de corrente
descarregue a bateria.16)Caso o motor não ligue com
velocidade engrenada, a situação de
perigo potencial devido ao facto de a caixa
de velocidades se ter colocado
automaticamente em ponto-morto, é
assinalada através de um sinal sonoro.
17)
O acendimento da luz avisadora
de modo intermitente durante 60
segundos após o arranque ou durante um
arrastamento prolongado, assinala uma
anomalia no sistema de preaquecimento
das velas. Se o motor arrancar, é possível
utilizar regularmente o veículo, mas deve
dirigir-se o mais rapidamente possível junto
da Rede de Assistência Fiat. 18)
Até quando o motor não é ligado o
servofreio e a direção assistida não são
ativadas, em seguida, é necessário exercer
um esforço seja no pedal do travão, que
no volante, muito maior do habitual. 19)
Evitar de todo o arranque por
empurrão ou tirando partido das descidas.
Estas manobras podem provocar o afluxo
de combustível no catalisador e danificá-lo
irremediavelmente. 20)
A “aceleradela” antes de desligar o
motor não serve de nada, provoca um
consumo inútil de combustível e,
especialmente para os motores com
turbocompressor, é prejudicial. 21)Em algumas situações, ao desligar o
motor, pode verificar-se a ativação da
ventoinha elétrica durante, no máximo, 120
segundos.
127

apesar de ser expressamente
desaconselhado, se numa descida tiver
de, por motivos imprevistos, deixar
avançar o veículo com a caixa de
velocidades em ponto-morto (N), ao
pedido de engate de uma velocidade, o
sistema aciona automaticamente, em
relação à velocidade do próprio veículo,
a velocidade ideal para permitir a
transmissão correta do binário motor
às rodas;
Nessa eventualidade, com o motor
desligado, é possível engatar a 1ª,Rou
Ncom a chave na posição MAR e o
travão premido. Aconselha-se, neste
caso, a efetuar a mudança de
velocidade deixando passar no mínimo
5 segundos entre uma mudança de
velocidade e a seguinte, de modo
a salvaguardar a funcionalidade do
sistema hidráulico e em particular da
bomba;
ao arrancar em subidas, acelerando
gradualmente mas a fundo logo após
ter soltado o travão de mão ou o pedal
do travão, permite ao motor aumentar
ainda mais o número de rotações e
enfrentar com maior binário nas rodas
as subidas com inclinação mais
elevada.
em subida > 5% não é permitido
engatar a 2avelocidade com o veículo
parado.TRAVÃO DE MÃO
Engate do travão de mão:A
alavanca do travão de mão está
situada do lado esquerdo do banco do
condutor. Para acionar o travão de
mão, puxar a alavanca para cima, até
garantir que o veículo está travado.
Desengate do travão de mão:
levantar ligeiramente a alavanca, premir
e manter premido o botão A,
certificando-se de que a luz avisadora
no quadro de instrumentos se
apaga.
Para evitar movimentos acidentais do
veículo, executar a manobra com o
pedal do travão premido.
ATENÇÃO Certificar-se de que os
estalidos do travão de mão são
suficientes para garantir o
estacionamento do veículo, sobretudo
em caso de fortes inclinações e com
plena carga.
ATENÇÃO Puxar a alavanca do travão
de mão só com o veículo parado ou
com o veículo em movimento só em
caso de avaria do sistema hidráulico.
No caso de utilização excecional do
travão de mão com o veículo em
andamento, é aconselhável uma tração
moderada para não gerar o bloqueio
do trem posterior com consequente
guinada do veículo.
AVISO
117)Nunca deixar crianças sozinhas no
veículo; ao afastar-se do veículo, extrair
sempre a chave do dispositivo de
arranque e levá-la consigo.
AVISO
22)Na presença de suspensões
pneumáticas autonivelantes, certificar-se
sempre de que, na altura do
estacionamento, existe espaço suficiente
por cima do tejadilho e à volta do veículo.
De facto, o veículo pode levantar-se (ou
baixar-se) automaticamente em função de
eventuais mudanças de temperatura ou
de carga.
129

CAIXA DE
VELOCIDADES
COMFORT-MATIC
(Para versões/mercados, onde previsto)
O veículo está equipado com caixa de
velocidades mecânica com controlo
eletrónico denominado
“COMFORT-MATIC” que permite duas
lógicas de funcionamento:MANUAL
eAUTO.
A caixa de velocidades é constituída
por uma transmissão mecânica
tradicional com uma alavancaAfig.
125, à qual foi acrescentado um
dispositivo eletro-hidráulico com
controlo eletrónico que gere
automaticamente a embraiagem e o
engate das velocidades.
ALAVANCA DE COMANDO
A alavanca de comandoAfig. 125,
situada no túnel central, é do tipo
flutuante “multiestável”, isto é, pode
assumir três posições estáveis e três
instáveis.
As três posições estáveis são as que
correspondem ao ponto-mortoN,
à marcha-atrásRe à posição central
situada entre as posições instáveis(-)e
(+)fig. 125 e fig. 126.As posições instáveis, ou seja, as que
são abandonadas pela alavanca assim
que esta é largada, são as posições
de pedido de velocidade superior(+),
posição de pedido de velocidade
inferior(–)e a posição de pedido do
modo de funcionamento automático
(A/M).
O retorno ao modo manual efetua-se
colocando novamente a alavanca
na posiçãoA/Mfig. 127.LÓGICA MANUAL
AVISO Para uma utilização correta do
sistema, é aconselhável utilizar
exclusivamente o pé direito nos pedais.
Carregar no pedal do travão;
pôr o motor a trabalhar;
empurrar a alavanca da caixa de
velocidades para(+)(velocidade
superior) para engatar a primeira
velocidade (se antes estava emNouR
basta deslocar a alavanca para a
posição central) ou paraRpara engatar
a marcha-atrás fig. 126;
soltar o pedal do travão e pressionar
o pedal do acelerador;
na condição de marcha, empurrar a
alavanca das mudanças para(+)para
engatar a velocidade superior ou para
(–)para engatar a inferior.
125F0N0349M
126F0N0344M
127F0N0345M
131

AVISO
119)O veículo deve ser sempre
abandonado após ter retirado a chave ou
tê-la rodado para a posição STOP. Durante
as operações de reabastecimento de
combustível, é necessário certificar-se de
que o veículo está desligado com a chave
na posição STOP.
120)Em caso de substituição da bateria,
dirigir-se sempre à Rede de Assistência
Fiat. Substituir a bateria por uma do
mesmo tipo (L6 105 Ah/850 A) e com as
mesmas características.
CRUISE CONTROL
(regulador de
velocidade
constante)
(para versões/mercados, onde previsto)
EM BREVE
Trata-se de um dispositivo de
assistência à condução,de controlo
eletrónico, que permite conduzir o
veículo a uma velocidade superior a
30 km/h em longos troços de
estradas retas e secas, com poucas
variações de marcha (p. ex.
percursos de autoestrada), à
velocidade desejada, sem ter de
carregar no pedal acelerador. A
utilização do dispositivo não é
vantajosa em estradas extraurbanas
com trânsito. Não utilizar o
dispositivo na cidade.
Ativação do dispositivo
Rodar o aro A fig. 129 – fig. 130 para a
posição ON ou
(conforme as
versões).O dispositivo não pode ser ligado na 1.ª
velocidade ou em marcha-atrás, sendo
aconselhável a sua ativação com
velocidades iguais ou superiores à 4ª.
Ao circular em descidas com o
dispositivo ativado é possível que a
velocidade do veículo aumente
ligeiramente em relação à selecionada.
A ativação é evidenciada pelo
acendimento da luz avisadora
e
pela respetiva mensagem no quadro de
instrumentos.
129 - Versões sem Speed LimiterF1A0364
130 - Versões com Speed LimiterF1A0363
134
ARRANQUE E CONDUÇÃO

Memorização da velocidade do
veículo
Proceder do seguinte modo:
rodar o aro A fig. 129 – fig. 130 para
ON ou
(conforme as versões) e,
carregando no pedal do acelerador,
colocar o veículo à velocidade
desejada;
deslocar a alavanca para cima (+)
durante pelo menos 1 segundo e,
em seguida, soltá-la: a velocidade do
veículo é memorizada e depois é
possível soltar o pedal do acelerador.
Aumento/redução da velocidade
memorizada
Uma vez ativado o Cruise Control é
possível aumentar a velocidade
deslocando a alavanca para cima (+) ou
diminui-la deslocando a alavanca para
baixo (-).
A cada acionamento da alavanca
corresponde uma diminuição da
velocidade de cerca de 1 km/h,
enquanto, mantendo a alavanca para
baixo a velocidade varia de modo
contínuo.
Desativação do dispositivo
O dispositivo pode ser desativado pelo
condutor dos seguintes modos:
rodando o aro A para a posição OFF
ouO(conforme as versões);
desligando o motor;
Desativação da função
O dispositivo pode ser desativado, pelo
condutor, nos seguintes modos:
rodando o aro A para a posição OFF
ouO(conforme as versões);
premindo o botão B, quer com o
símboloIIquer com o símbolo
CANC/RES, o sistema coloca-se em
pausa;
desligando o motor;
carregando no pedal do travão ou
acionando o travão de mão;
carregando no pedal da
embraiagem;
pedindo uma mudança de
velocidade com a caixa automática no
modo sequencial;
com velocidade do veículo abaixo
do limite estabelecido;
carregando no pedal do acelerador;
neste caso, o sistema não é desligado
efetivamente mas o pedido de
aceleração tem precedência sobre o
sistema; o Cruise Control permanece,
contudo, ativo, sem necessidade de
premir o botão CANC/RES para
regressar às condições anteriores uma
vez concluída a aceleração.O dispositivo desativa-se
automaticamente nos seguintes casos:
em caso de intervenção dos
sistemas ABS ou ESC;
em caso de avaria no sistema.
121) 122)
SPEED LIMITER
É um dispositivo que permite limitar a
velocidade do veículo para valores
programáveis pelo condutor.
É possível programar a velocidade
máxima quer com o veículo parado
quer em movimento. A velocidade
mínima programável é de 30 km/h.
Quando o dispositivo está ativo, a
velocidade do veículo depende
da pressão do pedal acelerador, até ser
atingida a velocidade limite programada
(ver o parágrafo “Programação da
velocidade limite”).
Em caso de necessidade (por exemplo,
em caso de ultrapassagem), premindo
a fundo o pedal do acelerador, a
velocidade limite programada pode ser
ultrapassada.
Reduzindo gradualmente a pressão no
pedal do acelerador, a função
reativa-se assim que a velocidade do
veículo desce abaixo da velocidade
programada.
135

SENSORES DE
ESTACIONAMENTO
Estão situados no para-choques
traseiro do veículo fig. 132 e têm a
função de detetar e avisar o condutor,
através de um sinal sonoro
intermitente, sobre a presença de
obstáculos na parte traseira do veículo.
ATIVAÇÃO
Os sensores ativam-se
automaticamente com o engate da
marcha-atrás.
À diminuição da distância do obstáculo
situado atrás do veículo, corresponde
um aumento da frequência do sinal
sonoro.SINAL SONORO
Com o engate da marcha-atrás é
ativado automaticamente um sinal
sonoro intermitente.
O sinal sonoro:
aumenta com a diminuição da
distância entre o veículo e o obstáculo;
fica contínuo quando a distância
que separa o veículo do obstáculo
é inferior a cerca de 30 cm e detém-se
imediatamente se a distância do
obstáculo aumentar;
permanece constante se a distância
entre o veículo e o obstáculo
permanecer inalterada, ao passo que
se esta situação se verificar para os
sensores laterais, o sinal é interrompido
após cerca de 3 segundos para evitar,
por exemplo, sinalizações em caso
de manobras junto a paredes.
Se os sensores detetam diversos
obstáculos, é tido em consideração
apenas aquele que se encontra mais
próximo.SINALIZAÇÕES DE
ANOMALIAS
Eventuais anomalias dos sensores de
estacionamento são assinaladas,
durante o engate da marcha-atrás, pelo
acendimento da luz avisadora
no
quadro de instrumentos ou pelo ícone
no display e pela mensagem
apresentada pelo display multifunções
(para versões/mercados, onde
previsto).
FUNCIONAMENTO COM
ATRELADO
O funcionamento dos sensores é
automaticamente desativado com a
introdução da ficha do cabo elétrico do
atrelado na tomada do gancho de
reboque do veículo.
Os sensores reativam-se
automaticamente retirando a cavilha do
cabo do atrelado.
123)
26)
132F1A0134
137

ATENÇÃO Caso deseje deixar sempre
montado o gancho de reboque sem
ter um atrelado ligado, é aconselhável
dirigir-se à Rede de Assistência Fiat
para permitir as operações de
atualização do Sistema, dado que o
gancho de reboque poderá ser
detetado como um obstáculo pelos
sensores centrais.
Nas estações de lavagem que utilizam
aparelhos a jato de vapor ou de água
a alta pressão, limpar rapidamente
os sensores mantendo o jato a mais de
10 cm de distância.
AVISOS GERAIS
Não colocar autocolantes nos
sensores.
Durante as manobras de
estacionamento, prestar sempre a
máxima atenção aos obstáculos que se
possam encontrar por cima ou por
baixo do sensor.
Os objetos colocados a curta
distância, em algumas circunstâncias
não são detetados pelo sistema, pelo
que podem danificar o veículo ou
ser danificados.De seguida, apresentamos algumas
condições que poderão influenciar as
prestações do sistema de
estacionamento:
Uma sensibilidade reduzida do
sensor e a diminuição das prestações
do sistema de auxílio ao
estacionamento poderão dever-se à
presença na superfície do sensor
de: gelo, neve, lama, pintura múltipla.
O sensor deteta um objeto não
existente (“interferência de eco”)
provocado por interferências de caráter
mecânico, por exemplo: lavagem do
veículo, chuva (condições extremas de
vento), granizo.
As sinalizações enviadas pelos
sensores podem ser igualmente
alteradas pela presença nas
proximidades de sistemas de
ultrassons (por ex. travões
pneumáticos de veículos pesados ou
martelos pneumáticos).
As prestações do sistema de auxílio
ao estacionamento podem também
ser influenciadas pela posição dos
sensores. Por exemplo, variando os
alinhamentos (devido ao desgaste de
amortecedores, suspensões) ou
mudando os pneus, carregando
demasiado o veículo, fazendo tuning
específicos que preveem baixar o
veículo.
A deteção de obstáculos na parte
superior do veículo (especialmente
no caso de furgões ou chassis-cabina)
poderá não ser garantida porque o
sistema deteta obstáculos que podem
embater na parte baixa do veículo.
AVISO
123)A responsabilidade pelo
estacionamento e por outras manobras
perigosas pertence sempre ao condutor.
Ao efetuar estas manobras, o condutor
deve certificar-se sempre de que no
espaço de manobra não estejam
presentes pessoas (especialmente
crianças) nem animais. Os sensores de
estacionamento constituem uma ajuda
para o condutor, embora este nunca deva
reduzir a sua atenção durante as
manobras potencialmente perigosas,
mesmo se executadas a baixa velocidade.
AVISO
26)Para permitir o funcionamento correto
do sistema, é indispensável que os
sensores estejam sempre limpos de lama,
sujidade, neve ou gelo. Durante a limpeza
dos sensores, ter o máximo cuidado
para não os riscar nem danificar; evitar a
utilização de panos secos, ásperos ou
rijos. Os sensores devem ser lavados com
água limpa, eventualmente juntando
champô para automóvel.
138
ARRANQUE E CONDUÇÃO